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Polícia Civil faz reconstituição da morte de Marial Helena

DA REDAÇÃO

| Edição de 20 de agosto de 2020 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Quase ano depois da morte da apucaranense Maria Helena Carvalho, 28 anos, e cinco meses depois da prisão do seu assassino confesso, o companheiro Thomas Oliveira de Melo, 32 anos, a Polícia Civil fez ontem uma reconstituição do crime a pedido da defesa.

O delegado chefe da 17ª Subdivisão Policial de Apucarana (SDP), Marcus Felipe da Rocha, coordenou os trabalhos com agentes e escrivães que participaram do procedimento no prédio onde o casal morava com os filhos e no apartamento onde o crime aconteceu, na Vila São Carlos.
Segundo a versão de Thomas, no dia do crime, ocorrido em 11 de setembro de 2019, houve uma discussão que envolveu a filha do casal, de três anos, e o filho dela, de oito. Eles teriam discutido cerca de duas horas. “A hora que eu acordei ela estava em cima de mim, com uma faca que nós tínhamos de cortar carne”, afimou Thomas durante a reconstituição. Em seu depoimento, Thomas confirmou que pegou uma faca e agrediu Maria Helena até esganá-la.
Maria Helena foi tida como desaparecida por seis meses, até que Thomas foi localizado convivendo com outra mulher em São Francisco do Sul (SC) e confessou ter matado a apucaranense. O corpo da vítima foi encontrado no dia 02 de maio dentro de um poço no local indicado por Thomas.
Thomas segue preso preventivamente na carceragem da 17ª SDP em Apucarana, aguardando decisão para julgamento. Devido ao período da pandemia, o júri do caso pode não acontecer esse ano. (CEZAR NEVES)