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Aterro sanitário terá nova ampliação em Apucarana

Da Redação

| Edição de 12 de agosto de 2022 | Atualizado em 12 de agosto de 2022
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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) confirmou nesta sexta-feira (12) que já trabalha na elaboração de projeto de construção de uma nova célula de armazenamento junto ao aterro sanitário de Apucarana. A expansão da capacidade de recebimento dos resíduos sólidos urbanos foi definida nesta semana em reunião entre o prefeito Júnior da Femac e dirigentes da estatal, entre eles o gerente da Regional de Apucarana, Luiz Carlos Jacovassi.

Técnicos do Instituto Água e Terra do Paraná (IAT) devem vistoriar a área, ainda neste mês de agosto, visando concessão de parecer ambiental sobre a viabilidade da obra. “Temos uma grande preocupação com as questões ligadas ao meio ambiente. Esta nova célula é um investimento estrutural relevante, que irá ampliar o tempo de vida útil do nosso aterro, garantindo a destinação futura dos resíduos sólidos gerados pela população”, destacou o prefeito Júnior da Femac.

O secretário Municipal de Meio Ambiente, Gentil Pereira, assinala que a nova célula será construída em área já pertencente ao Município. “A (célula) em operação ainda detém vida útil, mas não podemos esperar o seu total estrangulamento para dar início a um planejamento de expansão. O prefeito Júnior da Femac é um gestor com visão de futuro e está sempre com o radar ligado em todas as questões que envolvem o desenvolvimento do município”, disse Pereira.

Somente no primeiro semestre deste ano, o aterro sanitário de Apucarana recebeu 15.814 toneladas de resíduos sólidos urbanos. “Uma vez obtido o licenciamento ambiental e com projeto aprovado, a nova célula será imediatamente licitada pela estatal, que há 12 anos é responsável legal pela operacionalização do local”, esclarece o prefeito Júnior da Femac. Ele pontua que desde que a Sanepar assumiu o aterro, em 2010, uma série de investimentos foram realizados. “Hoje o local conta com sistema de controle digital de pesagem, controle do chorume e do biogás, além de monitoramento ambiental permanente e licenças em dia”, relata.