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Caixa não tem data para iniciar reforma de agência

Vanuza Borges

| Edição de 25 de janeiro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Destruída por um incêndio há cerca de 15 dias, a principal agência da Caixa Econômica Federal de Apucarana, ainda não tem prazo para ser reativada. Enquanto a reforma não começa, o atendimento bancário foi deslocado para a agência da Rua Renê Camargo de Azambuja. Os usuários, que precisam recorrer ao atendimento físico na unidade, tem se deparado com longas filas. 

Imagem ilustrativa da imagem Caixa não tem data para iniciar  reforma de agência

Em nota, a assessoria de imprensa da Caixa reforçou os pontos de atendimento disponíveis na cidade, através das lotéricas. Especificamente a reforma da unidade da Praça Rui Barbosa ou transferência temporária para outro endereço, uma vez que o prédio é próprio, “a Caixa está avaliando os estragos causados pelo incêndio no edifício, e que não tem data prevista para início da reforma”.
Para driblar a demora, muitos usuários apostam em pontos de atendimentos alternativos. O aposentado Manoel Afonso Lopes, 70 anos, avalia que, apesar de ter preferência por causa da idade, após o incêndio as filas aumentaram e o tempo de atendimento também. “Havia vários caixas eletrônicos instalados na cidade, mas com os ataques a bancos todos foram desativados, o que concentra o atendimento”, comenta.
O fotógrafo Antônio de Paulo Alves Madeira, 63, também é correntista da agência que foi atingida pelo fogo. “Não estava muito cheio no dia que eu fui, mas precisei aguardar cerca de meia hora”, diz. Em Apucarana, assim como a maioria dos municípios brasileiros, vigora a Lei dos 15 minutos e trinta em dias de pico, considerados os primeiros cinco dias úteis do mês.
A auxiliar administrativa Daniele Assunção da Silva, 29, mora e Londrina e precisou vir até Apucarana para cancelar uma conta, que tem na agência. “Cheguei aqui e recebi a informação que posso fazer o cancelamento em Londrina mesmo. Sinto que falta informação”, diz. Ela também pretendia sacar o PIS, mas foi encaminhada para uma lotérica.
O pedreiro Marcelo de Souza, 39, também tem recorrido às lotéricas para fazer os serviços de banco. “Procuro fazer tudo nas lotéricas, para evitar pegar fila”, diz.