O potencial de consumo na região aumentou 5,4% neste ano, em comparação com 2015, passando de R$ 8,8 bilhões para mais de R$ 9,3 bilhões por ano. O estudo, que foi realizado pela empresa IPC Marketing, aponta ainda que Apucarana se manteve como o município com maior potencial da região, subindo uma posição no ranking estadual. Arapongas também se manteve na segunda colocação, mas caiu uma posição na listagem do estado.
Segundo o levantamento, Apucarana e Arapongas, juntas, são responsáveis por 60,1% do potencial de consumo da região. Somente Apucarana tem um potencial de consumo de praticamente R$ 3 bilhões. O número é 7,7% maior do que o do ano passado, quando a cidade atingiu quase R$ 2,8 milhões. O valor deste ano coloca a cidade na 14ª posição estadual, uma colocação acima em comparação com 2015. No ranking nacional, Apucarana subiu três posições, passando de 200º para 197º.
Apesar do maior número de domicílios na cidade estarem na Classe C, é a Classe B que tem o maior potencial para movimentar dinheiro em Apucarana. De acordo com a pesquisa, 23,1 mil domicílios são da Classe C, o que representa 53,9% das residências, tendo potencial de R$ 986 milhões. Já os domicílios da Classe B são 11,1 mil, ou 26% do total, movimentando mais de R$ 1,2 bilhão.
Arapongas tem potencial de consumo de R$ 2,61 bilhões, um aumento de 2% em relação ao ano passado, quando esse valor era de R$ 2,56 bilhões. O aumento mais baixo em relação a outros municípios do estado fez com que a cidade caísse uma posição no ranking paranaense, indo de 16º para 17º. No ranking nacional também houve queda: da 224ª posição para a 225ª.
A Classe B também é a maior responsável pela maior parte do potencial de consumo: R$ 1,1 bilhão, distribuídos em 10,2 mil domicílios, ou 26,1% do total na cidade. O maior número de domicílios pertence à Classe C. São 21,4 mil, ou 54,7%, que movimentam um total de R$ 926,4 milhões.
A pesquisa aponta que o potencial de consumo de Ivaiporã é o terceiro da região, com R$ 616 milhões. O aumento de 13,8% em relação ao ano passado fez com que o município passasse da 61ª posição para a 54ª no Paraná. Em seguida aparece Jandaia do Sul, com R$ 489 milhões. Por ter se mantido com o valor praticamente estagnado, o município passou da 68ª posição para a 72ª.