A Polícia Civil investiga dois homicídios registrados entre a noite de domingo e madrugada de segunda-feira no Vale do Ivaí. Na manhã de ontem, populares encontraram o corpo de Sulisberto Paulino da Silva, 47 anos, dentro de um córrego na área rural de Rio Branco do Ivaí. No domingo, um homem foi morto com golpe de faca no abdômen, próximo a rodoviária de Apucarana. A vítima não portava documentos, apenas um boletim de ocorrência por extravio de documentos em nome de Gleinon Luiz Coelho. Até o momento, cinco suspeitos de envolvimento nos dois crimes foram detidos. Em Apucarana, o crime aconteceu por volta das 22 horas de domingo, próximo a imediações de um hotel na Avenida Carlos Schimidt, no Jardim Apucarana. Socorristas do Samu foram acionados e ainda tentaram socorrer a vítima, que faleceu dentro da ambulância a caminho do hospital. O autor do crime fugiu e o motivo do assassinato é apurado pela polícia. “A vítima não portava documentos, mas foi identificada inicialmente como Gleinon Luiz Coelho, que aparenta ter de 40 a 50 anos. Ele havia registrado boletim de ocorrência sobre extravio de documentos na Delegacia de Cambará, na região do Norte Pioneiro do Estado, mas ainda não conseguimos confirmar a idade exata do falecido”, disse o auxiliar de necropsia Áureo Francisco Silva Filho, do IML de Apucarana.Até o fechamento desta edição, o IML ainda não havia confirmado a identificação da vítima ou sua origem. No fim da tarde de ontem, a polícia Civil confirmou a prisão de três suspeitos do crime que ainda seriam interrogados.RIO BRANCOSegundo a polícia de Grandes Rios, que investiga o caso de Rio Branco do Ivaí, a vítima, que trabalhava como tratorista, apresentava sinais de espancamento. Exame de necropsia do Instituto Médico Legal (IML) de Ivaiporã apontou que a causa morte foi traumatismo craniano. Um martelo encontrado sob a ponte do córrego onde o corpo foi encontrado pode ser a arma do crime. Estima-se que a morte tenha ocorrido no início da madrugada de ontem.A Polícia Civil informou que o carro da vítima foi abandonado e queimado perto da localidade de Ribeirão Bonito, em Grandes Rios, a cerca de 30 quilômetros de onde o corpo foi encontrado, o que sugere a possibilidade de latrocínio. Na tarde de ontem, entretanto, a equipe de investigação recebeu informações de pessoas que testemunharam o espancamento. As pistas levaram a polícia até Alessandro Diniz Pontes, 24 anos e Ricardo Mendes Wacheisk, 20 anos que, até o fechamento desta edição, permaneciam eram ouvidos em depoimento. (Colaborou Luiz Demétrio)
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