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A ligação de Luiz Mussi com Apucarana

Da Redação

| Edição de 11 de setembro de 2026 | Atualizado em 11 de setembro de 2026

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O Paraná foi surpreendido ontem com a notícia do falecimento do empresário Luiz Mussi, sogro do deputado estadual e candidato ao Senado, Alexandre Curi. Mussi era um empresário ligado aos meios de comunicação, foi dono da Rede de TV Mercosul e ainda era proprietário de diversas emissoras de rádio. Mussi foi secretário de Indústria e Comércio no penúltimo governo de Roberto Requião e segundo suplente de senador dele. Logo após se casar com Yvone, filha do ex-governador Paulo Pimentel, Mussi veio residir em Apucarana para dirigir a TV Tibagi, que havia recentemente perdido a programação da Globo. Era fim dos anos 70, mais precisamente em 1979. Ficou alguns anos na cidade até retornar para Curitiba. Quando secretário da Indústria e Comércio, nos anos 2003/2006, ajudou a trazer o Sicoob para Apucarana. O acidente que o vitimou na noite de quinta-feira, próximo à cidade de Araucária, foi de enorme gravidade e causou sua morte antes mesmo de chegar a um hospital de Curitiba. Sua morte provocou a suspensão temporária da campanha de Alexandre Curi e consternou todo o mundo político e empresarial do Estado. Mussi estava prestes a completar 73 anos neste dia 26 de setembro. Nossas condolências à família e fica a tristeza de todos que com ele puderam conviver e desfrutar de sua amizade.

Wind banner à noite

De acordo com a legislação eleitoral, os candidatos que utilizam o wind banner como propaganda política devem recolher as peças às 22 horas, ou seja, é proibido deixá-los expostos após esse horário. Nem todos os candidatos têm respeitado essas regras, porque em Apucarana é possível perceber que alguns wind banners são deixados no local após o horário e tem até aqueles que permanecem a noite toda.

Quase mil denúncias

Como a população pode denunciar qualquer irregularidade na campanha eleitoral, usando como ferramenta o sistema Pardal através do próprio telefone celular, o TRE do Paraná já registra quase mil denúncias no Estado. A maioria delas é de propaganda irregular, o que demonstra que o eleitor está vigilante para evitar abusos de qualquer candidato, independentemente de partido ou coligação partidária.

Licença de Ratinho

Como esta coluna havia antecipado na semana passada, o governador Ratinho Junior vai mesmo se licenciar do cargo, a partir do dia 17, para se dedicar integralmente à campanha de seu candidato à sua sucessão, Sandro Alex (PSD). Serão 18 dias de andanças pelo Estado para convencer o eleitorado da importância da continuidade de seu governo, através de Sandro Alex, pessoa de sua absoluta confiança.

E os coordenadores?

Antes mesmo do começo da campanha política, houve um racha entre os apoiadores do candidato ao governo pelo PL, senador Sérgio Moro, em Apucarana. De um lado, o presidente da Câmara Municipal, Danylo Acioli, e o ex-vereador Adan Lenharo; de outro lado, o ex-prefeito de Cambira, Emerson Toledo, e o grupo do deputado delegado Jacovós. Mas pelo visto ninguém assumiu a coordenação, já que a campanha de Moro em Apucarana nas ruas não existe.

Filipe não desiste

Apesar de algumas informações desencontradas de que o deputado federal Filipe Barros, do PL, teria desistido de disputar o Senado depois do registro deferido da candidatura de Deltan Dallagnol (Novo), o parlamentar continua firme em sua campanha e não admite deixar a disputa por acreditar no voto ideológico que pode conduzi-lo ao Senado da República. A família Bolsonaro o apoia incondicionalmente e trabalha por ele.