A Caixa Econômica Federal realiza, nesta terça-feira (21), o pagamento da parcela de julho do Bolsa Família para os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 2. Este mês, o valor médio do benefício é de R$ 679,19.
Na segunda-feira (20), moradores de 175 municípios em seis estados receberam o crédito, independentemente do número final do NIS. Este pagamento unificado foi destinado a localidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública nos estados do Amazonas (três municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7).
O valor mínimo do programa é de R$ 600. Além disso, o Bolsa Família oferece três adicionais:
- O Benefício Variável Familiar Nutriz, que paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses, garantindo a alimentação da criança;
- Um acréscimo de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos entre 7 e 18 anos;
- Um adicional de R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional, o pagamento do Bolsa Família ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, utilizado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Além do benefício integral, existe a regra de proteção, em vigor desde junho de 2023. Esta regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e aumentem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba até meio salário mínimo.
Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. Esta mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que restaurou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
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Com informações da Agência Brasil