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Com invencibilidade recorde, Espanha vai à final da Copa após 16 anos

(via Agência Brasil)

| Edição de 14 de julho de 2026 | Atualizado em 14 de julho de 2026

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A Espanha reafirmou sua supremacia sobre a França em confrontos decisivos e garantiu mais uma vitória. Na última terça-feira (14), a seleção espanhola, conhecida como Fúria, venceu a França por 2 a 0 em Dallas, nos Estados Unidos, assegurando sua vaga na final da Copa do Mundo pela segunda vez na história.

Após 16 anos de espera desde o título conquistado em 2010 na África do Sul, a Espanha enfrentou decepções nas três edições seguintes do Mundial, com eliminações na fase de grupos em 2014 no Brasil e nas oitavas de final em 2018 na Rússia e em 2022 no Catar.

Além de garantir a vaga na final, a Espanha estabeleceu um novo recorde de invencibilidade, com 38 jogos sem perder desde 15 de junho de 2023, quando venceu a Itália por 2 a 1 na Liga das Nações. O recorde anterior era compartilhado com a própria Itália, que manteve uma sequência invicta de 2018 a 2021.

Esta vitória marca a quarta vez consecutiva que a Espanha supera a França em partidas eliminatórias. Em 2024, a Fúria venceu na semifinal da Eurocopa e na final olímpica em Paris. No ano seguinte, triunfou na semifinal da Liga das Nações.

Protagonistas em Campo

Entre os destaques da seleção espanhola estão o volante Rodri, eleito Bola de Ouro da temporada 2023/2024, e a jovem promessa Lamine Yamal, que completou 19 anos recentemente. No entanto, foi Mikel Oyarzabal quem brilhou mais uma vez, marcando o primeiro gol da partida e seu quinto no torneio.

A Espanha agora aguarda o vencedor do confronto entre Argentina e Inglaterra, que se enfrentam nesta quarta-feira (15) em Atlanta. A grande final está marcada para domingo (19) em Nova Jersey.

Desafios para a França

Para a França, a derrota significa a perda da chance de disputar três finais de Copa consecutivas, um feito alcançado apenas por Brasil e Alemanha. Kylian Mbappé também perdeu a oportunidade de igualar Cafu, único jogador a participar de três finais de Mundial.

Os franceses disputarão o terceiro lugar contra o perdedor do confronto entre argentinos e ingleses, em partida que será realizada em Miami.

Estratégias e Decisões

O técnico espanhol Luis de la Fuente manteve a mesma formação que venceu a Bélgica nas quartas de final. Já Didier Deschamps, da França, fez duas alterações em relação à vitória sobre Marrocos, trazendo Aurélien Tchouaméni e Bradley Barcola de volta ao time.

A partida foi equilibrada, com a Espanha buscando espaços e pressionando a saída de bola, enquanto a França tentava impor velocidade. O primeiro gol surgiu de um erro defensivo francês, quando Lucas Digne cometeu pênalti em Lamine Yamal, convertido por Oyarzabal.

William Saliba, zagueiro francês, teve que deixar o campo devido a uma lesão, complicando ainda mais a situação da França. A Espanha continuou a dominar, neutralizando o meio-campo francês e aproveitando os erros adversários.

Consolidação da Vitória

Na segunda etapa, a França tentou reagir com substituições estratégicas, mas a Espanha manteve o controle e ampliou o placar com um gol de Pedro Porro. Um terceiro gol foi anulado por impedimento, mas a vantagem já era suficiente para garantir a vitória.

A França tentou pressionar nos minutos finais, mas a defesa espanhola se manteve firme, assegurando a vaga na final e celebrando mais um capítulo de sucesso na história do futebol espanhol.

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Com informações da Agência Brasil