A Seleção Brasileira estreou empatando sem gols com o Equador, e agora volta a campo pela segunda rodada do Grupo B da Copa América centenária hoje, às 20h30 (de Brasília), no Estádio Citrus Bowl, em Orlando, nos Estados Unidos. O triunfo é o único resultado aceitável para não transformar a concentração dos canarinhos em um barril de pólvora e a vida de Dunga ainda mais complicada. Os haitianos, porém, mostraram boa capacidade técnica na estreia, quando venderam caro a derrota de 1 a 0 para o Peru.
Os jogadores da Seleção Brasileira estão procurando tirar um pouco do peso que parece cair sob suas costas quando o assunto é a cobrança por bons resultados. Uma goleada vem sendo exigida pelos torcedores por conta da fragilidade do adversário.
“Nós não vamos entrar em campo com o pensamento de aplicar uma goleada e sim pensando em conquistar uma vitória que vai ser importante para que a gente chegue na última rodada dependendo apenas do nosso próprio resultado para nos classificarmos. O futebol está muito nivelado e esse começo de Copa América tem mostrado isso. Todos falavam que o Peru ia massacrar o Haiti e o que se viu em campo não foi bem isso. Agora falam que nós vamos atropelar, mas a realidade é que isso pode acontecer ou não, mas não podemos entrar achando que é uma obrigação”, avisou o atacante Jonas.
Dunga quer ver sua equipe mostrando um futebol envolvente.
“Contra o Equador buscamos a vitória o tempo todo, tocando a bola, com infiltrações e movimentação na maior parte do tempo. Infelizmente isso não se refletiu no placar. Precisamos ser mais eficientes contra o Haiti, pois a vitória é o que buscamos e é o único resultado que nos interessa. Acredito que a Seleção Brasileira vai conseguir fazer um bom jogo e tudo o que se espera dela”, disse.
O Brasil jogará com Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Gil e Filipe Luís; Casemiro, Elias, Renato Augusto, Willian e Phillipe Coutinho; Jonas.
O Haiti atua com Placide; Goreux, Genovois, Jerome e Jaggy; Marcelin, Hilaire e Lafrance; Jeff Luis, Nazon e Guerrier.