Indicado pelo técnico Jorge Sampaoli, Cueva foi contratado em fevereiro como solução para o meio-campo do Santos. Desde então, ele jogou só 17 partidas, não fez gol nem deu assistência e chamou mais atenção pela parte extracampo do que pelo rendimento com a camisa 8. A partir de 2020, o clube tem que pagar a primeira de três parcelas que somam R$ 26 milhões pela compra do peruano, como acertado com o Krasnodar-RUS.
Daí nasce o principal dilema que o clube enfrenta hoje no mercado da bola: compor um negócio com algum dos vários interessados para que o prejuízo financeiro não seja tão grande ou então mantê-lo no elenco em 2020 em uma espécie de segunda chance na esperança de que ele vingue sob o comando do novo treinador Jesualdo Ferreira, mirando ganho técnico e futuro ganho financeiro? O Santos está dividido.
Não faltam interessados em Cueva. Apesar do ano ruim pelo Santos, o meia de 28 anos é valorizado no mercado latino-americano. Clubes do México já demonstraram interesse, assim como o Rosario Central (ARG) e o Emelec (EQU). O grande problema é que nenhum deles assumirá a dívida do Santos. Em outras palavras, nenhuma oferta apresentada até agora é de compra.
O Santos ainda não descartou o empréstimo, que ajudaria a diminuir a folha salarial mensal em R$ 500 mil e daria alívio neste momento de crise financeira. Mas aí aparece outra dificuldade: todos os clubes que manifestaram interesse até o momento esperam que o clube alvinegro pague uma parte do salário, que é alto. (AGÊNCIA ESTADO)
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