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Defesa Civil atende mais de 100 ocorrências em Apucarana

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| Edição de 31 de agosto de 2026 | Atualizado em 31 de agosto de 2026
70 árvores caíram após temporal em Apucarana
70 árvores caíram após temporal em Apucarana

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Alguns minutos de vento e chuva forte no sábado, mobilizaram durante todo o final de semana a Defesa Civil de Apucarana, que registrou mais de 100 ocorrência, envolvendo destelhamentos, quedas de árvores, inundações, interrupções no fornecimento de energia, danos em escolas e bloqueios de vias. Ontem, duas escolas municipais suspenderam aulas  por conta dos estragos, mas pelo menos 10 prédios públicos foram atingidos,  segundo balanço do órgão atualizado na tarde de ontem.

A ocorrência mais grave foi registrada no Loteamento de Chácaras Mate Amargo. Duas crianças ficaram feridas após um brinquedo inflável ser arrastado pela força do vento. Os irmãos – uma menina de 10 anos e um garoto de 7 anos - sofreram cortes na região da cabeça e braços e internadas no Hospital da Providência. Segundo familiares, os ferimentos não são graves e as crianças devem permanecer sob observação até terça-feira (1º). 

O coordenador da Defesa Civil, Rodrigo Gearola Leme, explicou que cada atendimento registrado representa um evento, mas algumas ocorrências envolveram diversos serviços no mesmo local. Ele citou como exemplo o Parque da Raposa, onde um único registro resultou na remoção de mais de 20 árvores caídas. “Nesta segunda-feira continuam chegando novos chamados, entre eles seis de queda de árvore e dois de destelhamento”, citou. Mais de 100 árvores caíram durante o temporal.

O prefeito Rodolfo Mota acompanhou a mobilização das equipes e destacou a resposta rápida dos órgãos. “A força-tarefa reuniu Defesa Civil, Secretaria Municipal de Serviços Públicos, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Idepplan, Guarda Civil Municipal (GCM), agentes de trânsito e Samu, além do apoio do Corpo de Bombeiros e da Copel. Essa integração entre os órgãos permitiu uma resposta rápida às ocorrências e o atendimento das famílias afetadas”, ressaltou.

Rodolfo Mota salientou ainda que a prioridade foi garantir a segurança da população e minimizar os transtornos provocados pelo temporal. “O trabalho foi mantido durante todo o fim de semana e prossegue nesta segunda-feira, conforme novas demandas foram sendo registradas”, pontuou.

A Copel também mobilizou equipes ao longo do fim de semana. Conforme a concessionária, o Simepar registrou rajadas de vento de até 48,2 km/h, que provocaram danos na rede. No momento mais crítico, 4.821 unidades consumidoras ficaram sem energia elétrica.