POLÍTICA

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Beto Preto defende contorno ferroviário de Apucarana na ANTT

Da Redação

| Edição de 16 de julho de 2026 | Atualizado em 16 de julho de 2026
Beto durante audiência na ANTT

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O deputado federal Beto Preto participou, ontem, em Brasília, de uma audiência pública promovida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para discutir a nova concessão da Malha Ferroviária Sul. Durante o encontro, o parlamentar voltou a defender o contorno ferroviário de Apucarana como uma das prioridades para o desenvolvimento da região Norte do Paraná.

A audiência reuniu representantes do Ministério dos Transportes, da Infra S.A., responsável pelos estudos e projetos de infraestrutura do Governo Federal, além da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), prefeitos e outras lideranças. Entre os presentes estava o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

Beto Preto destacou que Apucarana já possui projeto para a implantação do contorno ferroviário, uma obra considerada estratégica para retirar o tráfego de cargas pesadas da área urbana, aumentando a segurança da população e melhorando a mobilidade da cidade.

“O contorno ferroviário de Apucarana é uma pauta que defendo com convicção. É uma obra importante para o presente e, principalmente, para o futuro da nossa cidade e da região”, afirmou o deputado.

Além da defesa do contorno de Apucarana, o parlamentar também pediu atenção para outras demandas da malha ferroviária do Norte do Paraná. Entre elas, a reavaliação do trecho que corta municípios entre Londrina, Apucarana, Marialva, Sarandi e Maringá, além da necessidade de discutir a situação da ferrovia entre Maringá e Cianorte, desativada há mais de duas décadas.

Segundo Beto Preto, a nova concessão ferroviária representa uma oportunidade para planejar investimentos que atendam às necessidades das próximas décadas.

“Fui eleito para defender os interesses do Norte do Paraná e vou continuar acompanhando esse processo, propondo soluções que garantam mais desenvolvimento, segurança e qualidade de vida para a nossa população pelos próximos 30 anos”, concluiu.