Prefeitos dos municípios que compõem a Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi) estiveram reunidos, ontem, em Rio Branco do Ivaí. A pauta foi bastante extensa, com destaque para a pavimentação asfáltica entre o município de Rio Branco do Ivaí à PR-487. Os prefeitos também ouviram palestra sobre as eleições de outubro e definiram que a próxima reunião só será marcada após o pleito eleitoral.
O prefeito local Gerôncio Carneiro Rosa (PTB) agradeceu a presença de todos e pediu apoio aos prefeitos para uma reivindicação da população de Rio Branco do Ivaí, que é a pavimentação asfáltica de um trecho de 30 quilômetros ligando o município à PR-487, em Candido de Abreu. “Há alguns anos o governo do Estado realizou a terraplenagem e já está pronta para receber a pavimentação. Acredito que a Amuvi vai nos apoiar nessa solicitação”, assinala. Durante a reunião foi confeccionado um oficio, que será assinado por todos os prefeitos e encaminhado ao governador Beto Richa (PSDB).
PARADA
A presidente da Amuvi, Maria Regina Della Rosa Magri (DEM), propôs que as reuniões mensais só fossem realizadas após as eleições de outubro. “Agora é um período complicado para os prefeitos que vão à reeleição. Com exceção das reuniões internas, pois existem assuntos que não dá para parar, como por exemplo a questão da iluminação pública e as negociações com a Copel”, assinala Maria Regina.
O prefeito de Lidianópolis, Celso Antônio Barbosa (PSDB), o Magrelo, que não vai disputar a reeleição, concorda com a interrupção no período eleitoral. “Acredito que é um período delicado, onde os candidatos têm o compromisso de visitar toda a comunidade”. O prefeito de Cambira, Maurilio Santos (PRB), diz que a decisão foi acertada, principalmente para os que vão à reeleição. Marcando a reunião da Amuvi nesse período em que os prefeitos estão focados na eleição, fica muito difícil para eles participarem das reuniões”, diz.
Também participaram da reunião o secretário estadual Artagão Júnior, da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju), o deputado federal Sergio Souza (PMDB) e Ney Caldas, diretor da Sanepar. (IVAN MALDONADO)