O Senado entrou com uma representação pedindo que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) investigue se o juiz Paulo Bueno de Azevedo, da 6ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo, cometeu infração disciplinar ao autorizar busca e apreensão no apartamento funcional da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). O alvo do mandado era o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo. O Senado argumenta que o juiz usurpou competência do STF (Supremo Tribunal Federal) ao autorizar a ação, uma vez que a senadora conta com foro privilegiado e a medida só poderia ser autorizada pelo tribunal. A instituição argumenta ainda que é "impossível a separação dos bens de propriedade e posse" de cada um do casal, portanto, a petista seria atingida na operação.
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