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​ Central de monitoramento de tornozeleiras é inaugurada

Fernanda Neme

| Edição de 13 de julho de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A central regional de colocação e monitoramento de tornozeleiras eletrônicas passou a funcionar ontem (12) em Apucarana. A implantação da unidade foi oficializada no prédio da antiga delegacia, em uma sala reformada. 

A cerimônia de instalação contou com a participação do prefeito de Apucarana, Beto Preto, do juiz da Vara de Execuções Penais (VEP) de Londrina, Katsujo Nakadomari; do juiz criminal José Roberto Silvério, do comandante do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM), major Roberto Cardoso, além de outras autoridades policiais  e do município.
O juiz criminal e diretor do Fórum de Apucarana, Osvaldo Soares Neto ressaltou a importância da central em Apucarana. “É um momento importante para nosso município, que inicia as atividades neste posto avançado, gerando mais agilidade no serviço de fiscalização. Antes era necessário a pessoa ir até londrina, o que envolvia uma ou até duas equipes. Hoje a tornozeleira pode ser colocada aqui e teremos dois agentes penitenciários trabalhando exclusivamente para esse setor”, explicou o juiz. 
Soares Neto destacou a importância de Apucarana receber uma central regional de colocação de tornozeleiras. “Todos os outros locais que tem centrais são sedes de penitenciárias. Apucarana é a primeira cidade que recebe uma central, graças ao empenho de autoridades envolvidas”, complementou.  A central vai atender a apenados de cinco comarcas. Além de Apucarana, o serviço vai atender as comarcas de Faxinal, Arapongas, Marilândia do Sul e Faxinal.
O juiz Katsujo Nakadomari  comentou que a instalação da central vai gerar a economia ao governo.  “Com a colaboração dos juízes criminais e autoridades essa central irá desafogar de 20% a 30% dos trabalhos realizados em Londrina, além de descentralização as instalações e gerar economia nos transportes do preso até Londrina através de viaturas. A finalidade da tornozeleira é de humanizar o tratamento penal. É claro que não será colocada em bandidos perigosos, mas sim naqueles damos uma credibilidade e que não devem voltar à criminalidade”, acrescentou. (FERNANDA NEME)