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​ Um ano depois do incêndio, Caixa permanece fechada

Fernanda Neme

| Edição de 11 de janeiro de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Um ano depois do incêndio que mobilizou o Corpo de Bombeiros e durou 14 horas para ser debelado, o prédio da maior agência da Caixa Econômica Federal, de Apucarana, localizada na Avenida Curitiba, continua de portas fechadas. 

Imagem ilustrativa da imagem ​  Um ano depois do incêndio, Caixa permanece fechada


Quem passa todos os dias na frente da agência localizada na Praça Rui Barbosa não vê movimento, mas segundo a assessoria de imprensa da Caixa, as obras para recuperação do prédio estão em andamento. A previsão é que a agência reabra as portas em março.
Segundo a assessoria da Caixa Econômica Federal, como o prédio tinha era uma construção antiga, para evitar futuros acidentes, a equipe do banco criou um novo layout mais leve e moderno. 
A reforma, de acordo com a assessoria do banco, também vai tornar a estrutura do prédio mais segura, evitando outros acidentes, como o que aconteceu em janeiro do ano passado. O valor investido na reforma não foi informado. A empresa também não divulgou o prejuízo causado. Atualmente, a Caixa presta atendimento em duas agências - uma delas temporária - na Rua Renê Camargo de Azambuja.
O incêndio, um dos piores já ocorridos na cidade, durou 14 horas e começou por volta das 17 horas do dia 12 de janeiro de 2017. Até agora, a causa exata do fogo permanece sem explicação oficial. Na época, informações extraoficiais apontavam que o fogo tinha sido originado por uma manutenção realizada no ar condicionado teria iniciado as chamas. 
No início da noite, o fogo era tido como praticamente controlado pelos bombeiros, mas as chamas  se alastraram e foi necessário chamar reforços de cidades vizinhas e acionar profissionais de folga para controlar as chamas.
Apesar das proporções, o incêndio não feriu ninguém, mas a forte fumaça gerada pelo fogo e queima de produtos eletrônicos e isopor tomou conta do térreo do prédio e algumas pessoas precisaram ser atendidas pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).  (FERNANDA NEME)