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16ª Regional de Saúde descarta casos de reinfecção na região

DA REDAÇÃO

| Edição de 12 de dezembro de 2020 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Segundo o médico Altimar Carletto, chefe da 16ª Regional de Saúde (RS) de Apucarana, não há, por enquanto, ocorrências que se enquadram nos critérios de reinfecção por coronavírus estabelecidos por protocolos da Secretaria Estadual de Saúde (SESA).

“Deve ser confirmada uma reinfecção quando, após pelo menos 90 dias entre um teste (PCR) e outro, há a manifestação do vírus. Isto ainda não ocorreu com pessoas que tiveram Covid-19 na região”, explica. 
O médico ressalta que pessoas que positivaram em dois testes podem estar com resquícios do vírus, isto é, resíduos da primeira infecção, ainda agindo no organismo. “Um falso positivo de resultado de exame, por exemplo, pode causar essa confusão que leva à  suspeita de que pode ser uma reinfecção, mas isso é determinado com muito cuidado e critérios determinados”, pontua.
No entanto, todas as situações suspeitas de reinfecção são acompanhadas de perto. “Depois que termina o processo infeccioso, ninguém sabe ainda se há uma imunidade duradoura, porque não se sabe precisar por quanto tempo pode durar essa imunidade”, pondera. 
Segundo o chefe da 16ª RS o Governo do Estado também está atento. “Se em alguma situação o Laboratório Central do Estado (LACEN) detectar que, após 90 dias, houve uma segunda positivação de algum caso, então é feito o sequenciamento pelo RNA do vírus para poder saber se o vírus sofreu mutação”, detalha.
(CEZAR NEVES)