De acordo com a Secretaria da Fazenda de Apucarana, 94% dos contribuintes já pagaram o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), seja em sua totalidade através da cota única ou a primeira parcela. O prazo para ambos os pagamentos terminou no último dia 20. A arrecadação da prefeitura ficou em R$ 8,653 milhões, cerca de 34,5% do total lançado em 2019.
Foram ao todo 54 mil carnês de IPTU distribuídos neste ano, totalizando um valor lançado de R$ 25 milhões. Neste ano, o IPTU de Apucarana teve reajuste de 3,97%, que representa a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de novembro de 2017 a novembro de 2018. Do total de carnês, mais da metade foi paga à vista: 50,6%, o que equivale a mais de 27,3 mil carnês. A arrecadação total dos pagamentos em cota única somou R$ 7,628 milhões, ou 30,5% do total lançado.
O pagamento à vista deu direito a um desconto de 5% no imposto, como lembrou a secretária municipal da Fazenda, Sueli Aparecida de Freitas Pereira. “Muitos contribuintes resolveram aproveitar o desconto que, no final das contas, faz diferença. Temos percebido que boa parte dos que quitam o débito em parcela única são fieis a este tipo de pagamento. Eles já se programam para efetuar o pagamento de uma vez só, aproveitar o desconto e se verem livres do débito”, afirma.
Já aqueles que optaram por pagar parcelado representam 43,4% do total de carnês, o que equivale a mais de 23,4 mil contribuintes. Quem fez esta opção pode pagar o IPTU em até dez vezes, com parcela mínima de R$ 37,77. A arrecadação da primeira parcela destes carnês somou R$ 1,025 milhão. Já a inadimplência atingiu apenas 6% neste ano, ou um total de cerca de 3,3 mil carnês.
“O índice de pagamento de 94% é muito bom, sobretudo em relação ao ano passado. É a prova de que o apucaranense tem entendido a importância do imposto para a cidade e, além disso, mostra a confiança do contribuinte no emprego deste dinheiro”, destaca Sueli.
Ainda de acordo com ela, a arrecadação do imposto é fundamental. “É bom lembrar que, por lei, 15% do IPTU vai para a Saúde e 25% para a Educação. No entanto, o repasse nunca fica nestes índices mínimos, já que a prefeitura sempre precisa ampliar o repasse, principalmente para a Saúde. O restante da arrecadação é aplicado em obras de manutenção e melhorias no município”, aponta.
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