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Apucaranenses fazem ato público pelo fim da crise

Da redação

| Edição de 30 de maio de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Em mais um desdobramento da paralisação dos caminhoneiros, cerca de mil pessoas ocuparam as ruas centrais de Apucarana na manhã de ontem em uma manifestação proposta pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (Acia), sindicatos do comércio (Sivana e Siecap), do vestuário (Sivale) e Câmara da Mulher Empreendedora contra a corrupção, a alta carga tributária e em defesa de uma solução rápida para a crise que o Brasil vive atualmente. 

Imagem ilustrativa da imagem Apucaranenses fazem ato público pelo fim da crise

Vários manifestantes compareceram à Praça Rui Barbosa vestidos de verde e amarelo. Depois de dar a volta na Praça do Redondo e retornaram à frente da Catedral Nossa Senhora de Lourdes. Vários comerciantes fecharam as portas durante uma hora e liberaram seus funcionários para participar do ato. 
A presidente do Sivana, Aida Assunção explicou que a manifestação tem como objetivo fazer um alerta para os governantes sobre a alta taxa tributária. “Essa tremenda carga tributária que está nas nossas folhas de pagamento é um absurdo. Queremos chegar em um consenso o mais rápido possível”, reforça. 
Além disso, Aida agradeceu a presença de todos e também a disponibilidade dos empresários em terem liberado os funcionários durante o período de manifestação. “Muito obrigada por estarem aqui e por todos os comerciantes que participaram com suas equipes. Queremos um país mais digno. Vale lembrar que temos um ano para tomar decisões importantes nas eleições”, acrescenta. 
O presidente do Siecap, Anilvado Rodrigues da Silva, diz que manifestação foi pacífica e solidária. “Somos contra a política internacional do preço do combustível, já que o governo se baseia no preço do combustível em dólar, mas nós não recebemos em dólar e por isso não estamos conseguindo pagar nossas contas. Queremos que tudo melhores para os trabalhadores e empresários”, reforça.  (FERNANDA NEME)