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Caso de afogamento no Parque da Raposa gera alerta

DA REDAÇÃO

| Edição de 11 de novembro de 2020 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A morte de um homem anteontem, no Parque da Raposa, vítima de afogamento gera novo alerta a respeito dos riscos de nadar em áreas não monitoradas por salva vidas.

Sidimar Aparecido de Oliveira, de 34 anos, mergulhou na represa, onde é proibido nadar na tarde de anteontem. Várias testemunhas acompanharam o afogamento.
O corpo de Sidimar foi encontrado pela equipe dos Bombeiros de Apucarana após buscas na área. A causa do afogamento ainda é investigada.
De acordo com testemunhas que estavam no local na hora do acidente, Sidimar foi mergulhar para se refrescar após ter comido uma porção. Porém, passou mal e chegou a vomitar na água, antes de bater os braços e se afogar. Morador do no Conjunto Habitacional Sumatra, Sidimar foi velado no Ginásio de Esportes de Marilândia do Sul. O sepultamento ocorreu no Cemitério Municipal de Marilândia do Sul.
De acordo com a tenente Ana Paula Zanlorenzi, do Corpo de Bombeiros de Apucarana, é proibido nadar na represa do Parque da Raposa exatamente por conta do risco. Os bombeiros alertam que natação em áreas naturais sem a presença de salva vidas deve ser evitada.
Ela cita cuidados que devem ser tomados para que não aconteçam afogamentos em represas, lagos e piscinas. “As crianças, por exemplo, devem sempre estar acompanhadas por um adulto, mantendo a distância de um braço para a segurança”, explica.
Pessoas que sabem nadar, conforme a tenente, também subestimam a capacidade de natação e acabam extrapolando limites e se afogando também. “A pessoa pode ter uma câimbra ou até mesmo se enroscar em um galho. Além disso, nunca se deve entrar na água após ingerir bebida alcoólicas porque os reflexos ficam reduzidos. De uma forma geral, entre sempre na água em um local permitido e seguro”, complementa. (FERNANDA NEME)