O Paraná Trifásico alcançou 2.807 quilômetros de novas redes de energia elétrica já implantadas no Estado até o final de 2020. Na região, o programa que garante maior competitividade ao campo, já instalou quase 150 km de redes e tem outros 202 km em fase de instalação. Entre as obras concluídas no Vale do Ivaí e que estão em implantação o investimento é de R$ 15 milhões
Conforme Aparecido Alberto Tomazeli, gerente do Departamento de Projetos e Obras Região/Norte da Copel, com as obras que estão em andamento a região vai ampliar a competitividae no campo. A empresa também planeja obras em mais nove municípios (ver infográfico).
Tomazeli explica que o programa visa fazer o atendimento em pelo menos 25 mil quilômetros no Paraná ao longo de seis anos. A modernização da rede contou com a parceria do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná - IAPAR-EMATER para identificar os produtores rurais por nichos de agricultura, como, piscicultura, bacia leiteira, fruticultura, dentre outras atividades que demandam maior consumo de energia.
“Com base nesse levantamento é que está sendo feita a programação dessas obras ao longo dos seis anos. Então aquelas regiões que têm uma característica com elevado número de produtores com suas cadeias produtivas é que terão obras priorizadas”, explica Tomazeli.
Na região, até agora, os municípios mais adiantados na modernização são Apucarana, onde 46 km de rede já foram finalizados e outros 53 km estão em fase de instalação e Ivaiporã, onde 49 km de rede já foram substituídas.
Explica ainda que o padrão construtivo do Paraná Trifásico é uma rede diferente da rede normal. “Não só por ser trifásica, mas os materiais também são diferentes, principalmente porque ela usa cabo protegido. Isso reforça a qualidade da rede. Em uma rede com cabo nu, se um galho de árvore tocar no fio, isso causa desligamento. Na rede protegida, não”, comenta.
Além do benefício da qualidade da energia também estão sendo feitas as interligações das redes que eram radiais e passam a ficar em anel, além de vários equipamentos automatizados. “Hoje, na maiorias das redes que são radiais, se houver um evento, por exemplo, uma árvore que cai na rede, ela abre a chave de proteção e todo mundo que está para frente daquele problema fica sem energia. Com esse sistema com chaves automatizadas, podemos isolar o trecho com defeito e o resto dos consumidores que estão para frente continuam com energia”, relata Tomazeli.
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