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Depen confirma desativação de cadeias de Arapongas e Marilândia

DA REDAÇÃO

| Edição de 25 de fevereiro de 2022 | Atualizado em 17 de março de 2022

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Mais de trezentos presos da região devem ser transferidos nas próximas semanas para a nova unidade da Penitenciária Estadual de Londrina III (PEL), inaugurada na quarta-feira (23) pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e que abriu 752 novas vagas no sistema prisional. Além da já anunciada transferência dos cerca de 260 detentos de Arapongas, o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen-PR) confirmou que a nova vai unidade vai receber detentos de Marilândia do Sul e também do Minipresídio de Apucarana. 

O órgão também afirmou que após as transferências quatro cadeias públicas serão desativadas, incluindo as unidades de Marilândia do Sul e Arapongas. 
O chefe regional do Depen em Londrina, Nilton Garcia, informou que ainda não há data prevista para as transferências de presos. O objetivo é começar a esvaziar as cadeias a partir de março. “É um compromisso do Governo do Estado em desativar cadeias menores e com a criação de 752 vagas na cadeia de Londrina, vai aliviar bastante a situação do sistema carcerário”, comenta. 
Na cadeia de Marilândia do Sul, atualmente estão presas 31 pessoas, a maior parte já foi condenada. Segundo o Depen, há nove presos que ainda aguardam julgamento. Com a inauguração da PEL III, o governo também vai desativas cadeias de Arapongas, Bela Vista do Paraíso e Uraí.
Em relação a Cadeia Pública de Arapongas, a transferência de aproximadamente 260 presos deve ocorrer até 25 de março, afirma o secretário municipal de Segurança e Trânsito do município, Paulo Sérgio Argati. O prefeito Sérgio Onofre também já anunciou que vai demolir o prédio e construir uma praça no local. A cadeia de Arapongas fica na Rua Tucanos, na área central.
Ainda segundo Argati, os presos retornarão para o município após a inauguração do Centro de Detenção Provisória (CDP) que está em fase de construção, com 17% da obra executada. “A obra está na parte da planta baixa, é uma fase mais demorada mas está em andamento. A empresa responsável pela construção é de Minas Gerais e é muito idônea, já fez outros serviços para o Estado e sempre entrega no prazo”, afirma Argati.