Quem sente na pele este problema é o empresário José Carlos Moura. Proprietário de uma empresa de estofados, ele lamenta o fato de que muitos profissionais estão encerrando a vida profissional e poucos querem assumir o trabalho. “Já está acontecendo um apagão de mão de obra no setor. Os trabalhadores mais jovens não querem participar de treinamentos para estes trabalhos, eles se interessam mais pela área de tecnologia. Essa falta de mão de obra acaba afetando muitas vezes a qualidade do produto e implica também em um volume menor de vendas. Creio que para mudar esse quadro será somente com o interesse de novos profissionais para formação nessa área, mas percebo que com os mais jovens, isso será difícil”, considerou o empresário.
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