Nos laboratórios a demanda também é alta. De acordo com Danilo Bueno, diretor em um laboratório de Apucarana, chegou a faltar reagente para realizar alguns exames por conta do grande número de testes realizados diariamente.
“A procura aumentou significativamente, exageradamente, tanto que nós já estamos sem reagente para o antígeno, conseguimos fazer a importação, e agora estamos com medo de ficar sem reagente para o PCR. Devemos receber agora mais uma leva do reagente do teste rápido, mas a preocupação é o material faltar”, disse.
Ele conta que a alta demanda fez com os preços também aumentassem. O teste rápido hoje custa R$ 150 enquanto o PCR não sai por menos de R$ 250.
Bueno orienta ainda a respeito da importância de realizar um acompanhamento médico.“Muita gente está procurando teste sem ir ao médico, e acaba não fazendo o tratamento correto, o H3N2 acaba mascarando os sintomas também, por isso é tão importante fazer o acompanhamento médico”, finalizou.