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Grupo de médicos assume projeto de hospital em Jandaia

RENAN VALLIM

| Edição de 27 de junho de 2018 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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Fechado em maio, o Hospital Nossa Senhora de Fátima, de Jandaia do Sul, está em processo de restruturação. A unidade, que foi adquirida por um grupo de médicos, será reaberta nos próximos meses. A nova administração do hospital já iniciou as obras de reforma do espaço. Na noite de ontem, o projeto foi apresentado para a comunidade local, lideranças e possíveis investidores.

O grupo é composto pelo menos 18 médicos de Arapongas, Jandaia do Sul e Londrina. A iniciativa é do médico Ricardo Kuromoto. “Estamos em processo de registro do corpo clínico junto ao Conselho Regional de Medicina. Administração hospitalar é algo mais complexo e, por isso, temos uma equipe de apoio que nos auxiliará”, destaca Andréa Kuromoto, que integra a administração do empreendimento,
Ela ressalta que pouco da estrutura atual será aproveitado. “Não podemos dizer que assumimos o hospital antigo. O correto seria dizer que vamos abrir outro hospital, pois nada ficará da gestão anterior, exceto o nome que, por uma questão de respeito à comunidade, optamos por manter. Mas nosso objetivo não é apenas abrir o hospital, mas trabalhar com uma unidade totalmente informatizada”, afirma.
Ainda segundo ela, a reforma na estrutura vai ser completa. “Alugamos um imóvel que não poderia, nas normas atuais, funcionar como hospital. Então começamos pelos projetos para atender todas as solicitações dos órgãos reguladores e, desta maneira, demos início às obras há uma semana”, diz.
O prefeito de Jandaia do Sul, Benedito José Pupio (PSC) avaliou positivamente a perspectiva de ver o município novamente com um hospital. “É muito importante para o município. Sempre estivemos empenhados para que o hospital se mantivesse aberto e, agora, não é diferente. Agora, esperamos todos os laudos técnicos necessários para a parcerias possam ser feitas, tanto junto à prefeitura, quanto a órgãos como o Cisvir, por exemplo”, destacou. 
O Hospital Nossa Senhora de Fátima tinha 30 leitos e era uma empresa privada que, no entanto, prestava serviços ao SUS. (RENAN VALLIM)