O empresário apucaranense Ivo Grossi Maia, 31 anos, suspeito de ser o dono de uma estufa de maconha, localizada pela Polícia Militar na área central de Apucarana na semana passada, teve a prisão preventiva decretada na última sexta-feira pelo juiz José Roberto Silvério, da 2ª Vara Criminal de Apucarana. O mandado de prisão foi pedido pelo delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP), de Apucarana, José Aparecido Jacovós, que comanda as investigações.
As estufas foram localizadas pelo Serviço de Inteligência (P2) da Polícia Militar, de Apucarana, em um apartamento localizado na Rua Tamandaré. Segundo a PM, uma denúncia anônima delatou o sistema. Ainda de acordo com os policiais, no local foram encontradas duas estufas com mais de 50 plantas e uma secadora, além de um sistema “sofisticado” de controle de umidade e temperatura.
O advogado do suspeito, José Teodoro Alves, garante que seu cliente irá se apresentar assim que for intimado a prestar depoimento. “Ele não é nenhum traficante. A plantação de maconha já havia sido desativada há cerca de 20 dias e no local não havia pés do entorpecente, apenas caules”, justifica.
De acordo com o advogado, o empresário já havia desistido do plantio, que era uma alternativa para fugir de traficantes para obter a droga. “Ele já tinha se conscientizado que não era correto e havia desativado as estufas. No local, estava somente a estrutura”, afirma.
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