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Litro da gasolina sobe R$ 0,30 nos postos de Apucarana

Renan Vallim

| Edição de 19 de maio de 2016 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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Após ligeira queda há pouco menos de um mês, os preços dos combustíveis voltaram a subir em Apucarana. De acordo com levantamento da Tribuna nos postos do perímetro urbano da cidade, os motoristas passaram a pagar pelo menos R$ 0,30 a mais por litro de gasolina. O aumento do etanol foi menor, chegando a R$ 0,15 por litro. A alta nos postos de combustíveis irritou consumidores.

Imagem ilustrativa da imagem Litro da gasolina sobe R$ 0,30 nos postos de Apucarana

A média de preços da gasolina na última pesquisa da Tribuna, feita em 26 de abril, ficou em R$ 3,65. Já a média atual encontrada nas bombas de combustível é de R$ 3,82, aumento de 4,6%. O preço mais alto encontrado no levantamento feito em abril se manteve praticamente o mesmo: passou de R$ 3,85 para R$ 3,89. Porém, postos que vendiam o produto por até R$ 3,45 aumentaram seus valores. Agora, o litro da gasolina não é vendido por menos de R$ 3,74.

O comportamento dos preços do etanol seguiu a mesma tendência. Enquanto que o preço máximo praticado nos postos da cidade se manteve em R$ 2,69, tanto na pesquisa anterior quanto nessa, o valor mínimo passou de R$ 2,39 para R$ 2,54.

Com a alta, tanto a gasolina quanto o etanol passam a registrar preços próximos ao patamar encontrado em janeiro. Porém, ainda estão abaixo dos praticados em março. Pesquisa feita naquele mês apontou a gasolina sendo vendida a até R$ 3,99. Já o etanol custava até R$ 2,99.

CONSUMIDORES

Mesmo com os valores sendo mais baixos dos encontrados há cerca de dois meses, os motoristas acreditam que eles poderiam ser ainda menores. “O combustível é muito caro. Acredito que o governo deveria dar um jeito de cortar impostos e abaixar os preços. Isso incentivaria as pessoas a abastecer mais e todo mundo ganharia”, afirma o motorista Sérgio do Nascimento.

A vendedora Tânia Cavalcanti tem opinião semelhante. “Do jeito que está, fica difícil. É preciso que os preços caiam, porque senão fica difícil para o consumidor”, avalia.