O Ministério da Educação (MEC) deve formalizar até amanhã um pedido oficial para que o governo adie o início do horário de verão.
A mudança na data para que os relógios sejam adiantados em uma hora já foi levada pelo ministro Rossieli Soares ao presidente Michel Temer, no início do mês, mas ainda não foi formalizada.
De acordo com a assessoria do MEC, o objetivo é evitar que a alteração de horário coincida com o primeiro dia da realização da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), no dia 4 de novembro.
Há uma preocupação de que a mudança nos relógios possa confundir os candidatos.
Se não houver modificação, o horário de verão começará à meia-noite do dia 4 de novembro e terminará em 16 de fevereiro de 2019.
O pedido deve ser encaminhado à Casa Civil, comandada pelo ministro Eliseu Padilha, e a mudança depende de alteração em decreto presidencial.
Normalmente o programa tem início em outubro, mas houve postergação para que a data não coincidisse com o segundo turno das eleições, em 28 de outubro.
Devem aderir ao horário de verão os municípios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
Desde 2008, um decreto presidencial estabelece as datas para o início e término do programa, usado para gerar economia de energia.
Contudo, o horário de verão vem perdendo importância. Nos últimos anos, o horário de pico no consumo de energia se deslocou do início da noite para o início da tarde, principalmente no verão, quando um maior número de aparelhos de ar condicionado está em operação. (FOLHAPRESS)
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