O Ministério Público do Estado (MP-PR) e as defensorias públicas da União e do Estado ingressaram com uma ação civil pública para que o Governo Estado prorrogue, para além da próxima quarta-feira (10), a vigência do Decreto Estadual 6.983/21, que impõe medidas mais restritivas para o combate à pandemia.
O decreto estadual que determinou o fechamento de serviços não essenciais e a ampliação do toque de recolher para o período entre 20h e 5h, além de outras medidas de restrição, foi prorrogado somente até esta quarta-feira (10).
A ação civil pública também é direcionada à União e pede que o governo federal requisite leitos de UTI em hospitais particulares de qualquer localidade no país que estejam aptos a receberem os pacientes que não encontram vagas na rede hospitalar paranaense. Além disso, ao ente federal é requisitado que forneça os recursos necessários para que o Estado do Paraná implemente Centro de Referência Emergencial e Provisório, com estrutura de UTI e enfermaria, enquanto durar a situação de calamidade pública.