As imagens feitas pelos artistas forenses com informações fornecidas pelas vítimas passam por busca em um banco de dados com 78 mil fotos de pessoas com passagem pela polícia ou pelo Departamento de Execução Penal (Depen) paranaense. O sistema filtra perfis semelhantes e ajuda a apontar suspeitos da autoria de crimes.
O programa passou a ser utilizado em janeiro na Divisão de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP. “A implantação do programa corrige uma lacuna que tínhamos por falta de boas filmagens nas cenas dos crimes e de fotos de criminosos. Precisávamos de um meio de fazer essa identificação e o sistema tem auxiliado a polícia na resolução dos crimes”, afirmou o delegado-titular da DCCP, Francisco Caricati.