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Patronato Municipal recebe selo ODS

Da redação

| Edição de 01 de novembro de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social, através do Patronato Municipal apresentou na tarde de ontem, no salão do júri do Fórum Desembargado Clotário Portugal, o Selo do Prêmio ODS Sesi, conquistado pelo programa, aos juízes criminais da Comarca de Apucarana, José Roberto Silvério e Oswaldo Soares Neto. 

Imagem ilustrativa da imagem Patronato Municipal recebe selo ODS

De acordo com a vereadora Márcia Sousa (PSD), que também é a coordenadora regional do ODS para Apucarana e Vale do Ivaí, o Prêmio ODS é um desdobramento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. “Os ODMs foram criados para o ciclo 2000/2015, quando foi definida uma nova agenda até 2030, que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, explica.
O Procurador Geral do município, Paulo Sergio Vital explicou que o Patronato Municipal de Apucarana foi criado em 2013, através de uma parceria entre o Município e o governo do Estado. “O programa atua na fiscalização do cumprimento de penas aplicadas pela Justiça Estadual, oferecendo assistência multidisciplinar e encaminhando os apenados para prestação de serviços comunitários. Atualmente, mais de 500 condenados são assistidos mensalmente, número que deve aumentar, pois em breve será assinado convênio para atender também presos condenados pela Justiça Federal”, destaca Vital. 
O juiz da 2ª vara criminal de Apucarana, José R oberto Silvério destacou o merecimento do prêmio. “Esse prêmio ao Patronato Municipal é merecidíssimo. Esse programa desenvolvido aqui em nossa cidade tem sido destaque no Paraná e no Brasil, e talvez seja merecedor de prêmios maiores, por esse trabalho realmente de pacificação e de ressocialização junto aos egressos e condenados que cumprem suas penas em regime semi aberto e aberto”, afirmou Silvério. 
O juiz Oswaldo Soares Netodestacou os números satisfatórios dos resultados colhidos pelo programa. “O índice nacional de reincidência é na faixa de 70%, aqui em Apucarana, com o trabalho do patronato, os condenados que são efetivamente atendidos e atendem as recomendações tem uma reincidência que não passa de 15% a 20%. É um numero extremamente reduzido e a gente espera realmente alcançar um índice ainda melhor para que possamos ver os assistidos pelo patronato retomando suas vidas, alguns já iniciando curso superior, alguns retomando os estudos que algum momento de suas vidas pararam e outros voltando ao trabalho”, finalizou o juiz.