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Petrobras anuncia redução de 4,7% no preço do gás

Da Redação

| Edição de 12 de setembro de 2022 | Atualizado em 12 de setembro de 2022
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A Petrobras anunciou ontem redução de 4,7% no preço do gás de cozinha vendido às distribuidoras. O novo preço entra vigor a partir de hoje. Segundo a estatal,  redução representa, na prática, R$ 0,20 por quilo do gás. 

O preço médio de venda de GLP da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13 kg, refletindo redução média de R$ 2,60 por 13 kg.

O impacto da redução para os consumidores, no entanto, deve demorar alguns dias para chegar, segundo as revendas. Em Apucarana, o valor do botijão de 13 kg varia de R$ 100- preço promocional para retirada - a R$ 125.

Proprietária de uma revenda de gás em Apucarana, Fabiana Zambonini calcula que o impacto dos novos preços chegue nos próximos dias. “O gás sai da Petrobras e passa por umas três ‘mãos’ antes de chegar até as revendas. Calculo que os novos preços demorem entre 2 a 3 dias”, comenta. Segundo ela, por enquanto, não há informação dos novos preços;

Ao contrário da gasolina, que vem somando cortes de preços nos últimos meses, o último reajuste no GLP aconteceu no início de abril, quando o quilo passou de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg, equivalente a R$ 54,94 por 13kg.

A redução de abril quebrou uma trajetória de alta: em março, o gás de cozinha vendido pela Petrobras havia sido reajustado em 16,1%. Em outubro do ano passado, a alta havia sido de 7,2%. E em julho do mesmo ano, de 6%.

A distribuição e a revenda respondem pela segunda maior parcela do custo ao consumidor, de R$ 44,79. Já o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), representa R$ 11,84%. Os impostos federais sobre o gás de botijão estão zerados até o final deste ano. 

Segundo a Petrobras, “a redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, prossegue a petrolífera.