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Polícia Civil prende oito pessoas da mesma família por tráfico

Vanuza Borges

| Edição de 21 de abril de 2016 | Atualizado em 02 de dezembro de 2016

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Nove pessoas, sendo oito da mesma família, foram presas ontem por envolvimento com tráfico de drogas durante a Operação Aladim, desencadeada pela equipe da 17ª Subdivisão Policial (SDP), de Apucarana. As prisões ocorreram em Marilândia do Sul e Mauá da Serra, após quatro meses de investigação. Dos nove mandados de prisão, quatro foram cumpridos na cadeia de Marilândia do Sul.

Imagem ilustrativa da imagem  Polícia Civil prende oito pessoas da mesma família por tráfico

O delegado-chefe da 17ª SDP, de Apucarana, José Aparecido Jacovós, explica que os presos na cadeia se comunicavam regularmente com familiares em Mauá da Serra. “Essas pessoas se comunicavam via celular e havia toda uma coordenação para o tráfico de drogas”, afirma.

Entre esses presos está Eleandro Moreira Meireles, apontando como chefe da quadrilha e que já estava preso em Marilândia do Sul. Ele é genro de Zélia de Lima, 57 anos, que também foi presa suspeita de coordenar ações de compra e venda de drogas. A filha dela, Viviane de Lima, também acabou presa ontem. “Essa Senhora vendia e comprava drogas e fazia ainda com que entrasse na cadeia de Marilândia do Sul, para que ali também houvesse compra do entorpecente”, comenta.

Além de Viviane, outros dois filhos de Zélia acabaram presos, Júnior de Lima e Inácio Barbosa de Lima, que também já se encontravam presos em Marilândia do Sul.

André Felipe da Silva, que tinha mandado expedido contra ele na Operação Aladim, foi preso anteriormente ao tentar passar drogas para Eleandro Meireles. O que confirma a interação entre o grupo.

Além das prisões por envolvimento com tráfico, Ademar Evaristo foi preso por emprestar contas bancárias para depósitos de valores provenientes do movimento das vendas de drogas. “A Justiça bloqueou essas contas”, frisa o delgado.

Duas pessoas também foram presas apontados como usuários e integrantes do grupo. Jacovós explica que a operação ganhou o nome de Aladim, por causa da estratégia usada pelos membros da quadrilha. “Para introduzir drogas na cadeia de Marilândia do Sul, deram um jeito de retirar a rosca da lâmpada e colocar drogas no lugar”, revela.