Após quase dez meses de paralisação, as obras do Pronto Atendimento Infantil (PAI) serão retomadas em Arapongas. A ordem de serviço foi assinada ontem de manhã pelo prefeito Sérgio Onofre (PSC) com a empreiteira, que garantiu que entregará a unidade dentro de um prazo de seis meses. A expectativa é que a unidade, que vai prestar atendimento especializado às crianças em situação de urgência e emergência, comece a funcionar em outubro.
O projeto original não foi alterado, permanecendo com 321m² de área construída e com consultório odontológico. A construção do Pronto Atendimento Infantil, que fica ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), teve início em dezembro de 2015. Seis meses depois, as obras foram paralisadas, deixando 70% do projeto inacabado. O investimento total está avaliado em R$ 430 mil.
Para o prefeito Sérgio Onofre, a retomada da obra é importante tanto no aspecto de respeito às necessidades da população, quanto no conceito de atendimento especializado às crianças. “A retomada desta obra era uma de nossas prioridades, por oferecer um atendimento digno e serviços de profissionais especializados no atendimento ao público infantil”, frisa.
A secretária de Saúde, Márcia Cristina Krempel, o PAI prestará um atendimento especializado às crianças. “Hoje, é claro, as crianças têm prioridade na UPA, mas ainda assim são atendidas de acordo com o protocolo preconizado pelo Ministério da Saúde, o que gera um tempo maior de espera em alguns casos. Com o PAI, além das crianças serem prioridade, também serão atendidas em um ambiente mais acolhedor”, observa.
De acordo com Márcia, a empresa garantiu que as obras serão entregues em seis meses. “Estamos confiantes que vamos conseguir entregar esse presente às crianças. Agora, após a retomada das obras, vamos dar início à busca de recursos para a compra de equipamentos e mobiliário”, adianta.
Ainda segundo a secretária, durante o período de execução das obras, uma equipe será treinada especialmente para atender aos pequenos pacientes do PAI. “A expectativa é trabalhar, no mínimo, com três médicos pediatras”, revela.
Entretanto, Márcia observa que a unidade irá atender somente casos de urgência e emergência. “Consultas de rotinas continuaram a ser ofertadas pelas unidades básicas de saúde dos bairros”, frisa.