O deputado federal paranaense Sérgio Souza (MDB), que representa o Vale do Ivaí em Brasília, assumiu nesta semana a presidência da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional. Ele substitui o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) e estará à frente do grupo até final de 2022. A vice-presidência do colegiado será exercida pelo senador Zequinha Marinho (PSC-PA).
Na sua posse, Sérgio Souza manifestou sua vontade de trabalhar o máximo possível em favor de um setor que é responsável direto pelo desenvolvimento e sustento deste País.
Em vídeo gravado exclusivamente para o TNOnline, ele revela o sentimento que tem em assumir o comando desta que é uma das mais importantes frentes parlamentares do Congresso Nacional.
“Nós estamos assumindo mais uma responsabilidade no Congresso Nacional, desta feita em cuidar mais do que cuidar do nosso setor que é o agropecuário, assumindo como presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, sucedendo o nosso gigante e guerreiro Alceu Moreira, que é um grande parlamentar e um grande defensor do setor agropecuário’, afirma.
“Não vai ser fácil, mas nós percebemos que haverá uma grande convergência entre as pautas da Frente Parlamentar Agropecuária, as pautas que estarão tramitando no Congresso Nacional e as pautas do governo federal. Mas havendo diálogo e convergência política nós avançaremos em muito em favor deste setor que é o que mais gera emprego e renda e é responsável pela metade do PIB direto ou indiretamente pela metade dos empregos no Brasil. É assim que trabalhamos, pelo nosso MDB e pelo nosso Brasil”, declara.
Eleito em dezembro do ano passado, o novo presidente também listou pautas prioritárias da frente, entre elas, a regularização fundiária, o licenciamento ambiental e a regulamentação do uso de defensivos agrícolas.
“A regularização fundiária vai dar título a quem tem direito, mas trará responsabilidade a quem tiver o título, no que diz respeito à utilização do solo de maneira ilegal”, defendeu o parlamentar. A regularização, segundo Souza, também permitirá identificar quem de fato desmata ilegalmente no Brasil.
O deputado também criticou os custos do licenciamento ambiental no País que, segundo ele, consumiu 25% dos recursos gastos na construção da usina de Belo Monte.
A Frente Parlamentar Agropecuária é integrada por 241 deputados e 39 senadores.