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Terremoto na Bolívia é sentido em Apucarana e assusta moradores

Cindy Annielli, do TNOnline

| Edição de 03 de abril de 2018 | Atualizado em 02 de abril de 2018

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Apucarana e várias outras cidades do Paraná sentiram ontem pela manhã os reflexos de um terremoto que atingiu a Bolívia. Moradores e funcionários de salas comerciais de pelo menos dois edifícios localizados no centro da cidade relataram tremores entre 10h30 e 11 horas.
Em um dos casos, o Corpo de Bombeiros foi acionado para verificar a estrutura de um prédio na Rua Miguel Simião. A cabeleireira Bruna Braga de Araújo, moradora de um apartamento nesse edifício, disse que estava sentada na cama quando sentiu o chão tremer. 
“Estava sozinha. No começo, achei que fosse uma tontura, mas, quando percebi que a cama estava balançando, fiquei com medo e saí do apartamento”, conta.

Imagem ilustrativa da imagem Terremoto na Bolívia é sentido em Apucarana e assusta moradores


De acordo com ela, a síndica do edifício estava no corredor e já havia acionado a Defesa Civil. Segundo os bombeiros, técnicos foram até o local e acalmaram os moradores. Como não havia risco, o prédio não precisou ser evacuado. Funcionários de uma agência de comunicação de um edifício na Rua Osório Ribas de Paula também ficaram assustados com os tremores. A social media Barbara Sathler disse que a mesa e os computadores do escritório começaram a mexer do nada. “Achei que o meu colega de trabalho estava balançando a perna embaixo da mesa, mas depois todos perceberam que a terra estava tremendo”, comentou.Até então os funcionários da agência não sabiam do terremoto de magnitude 6,8 com epicentro na Bolívia. “Por volta das 12 horas um colega de trabalho ligou e disse que era um terremoto que havia acontecido na Bolívia”, acrescentou. Além de Apucarana, tremores também foram percebidos em outras cidades do Paraná. O Corpo de Bombeiros informou que prédios foram evacuados em Maringá, Umuarama e Cascavel. Os abalos também foram sentidos em Cianorte e Londrina, porém com menos intensidade, assim como em Apucarana. O departamento de Geociências da Universidade Estadual de Londrina (UEL) informou que as ocorrências no Estado não comprometem estruturas de edifícios.