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UEM e UEL entram em ranking das melhores da América Latina

Agência Estadual de Notícias

| Edição de 09 de julho de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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As universidades estaduais de Maringá (UEM) e de Londrina (UEL) estão na lista das 50 melhores da América Latina, segundo ranking do Instituto Times Higher Education (revista inglesa que publica notícias e artigos referentes à educação superior), divulgado anteontem na Colômbia. No Top 50 da América Latina, a UEM e a UEL estão situadas entre a 36ª e 40ª colocação. A Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) estão na posição 31-35.
A respeitabilidade do ranking se dá principalmente porque ele avalia as áreas que são fundamentais dentro da missão da universidade, abrangendo a excelência do ensino e pesquisa e a reputação global da instituição.
“O destaque nos rankings das universidades estaduais é o reflexo do trabalho desenvolvido pela comunidade acadêmica e um estímulo para a consolidação da posição que o Estado do Paraná ocupa no processo de inovação”, ressaltou o secretário de Estado do Ensino Superior, João Carlos Gomes. Segundo ele, esta valorização também dá mais visibilidade para o que é realizado pelas universidades favorecendo o avanço no processo de integração entre o setor produtivo e o meio acadêmico.
Para a avaliação, foram utilizados treze indicadores de desempenho agrupados em cinco campos: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento, citação e a visibilidade internacional da instituição.
Para a assessora de Planejamento da UEM, Alice Eiko Murakami, esta divulgação do ranking dá visibilidade à universidade, mostrando o desempenho e a excelência da instituição, especialmente na questão do ensino e da pesquisa, das publicações e das citações. “Os rankings, em geral, servem inclusive de parâmetros para candidatos estrangeiros interessados em ingressar na universidade, uma vez que muitos querem saber como está a inserção de uma instituição no cenário nacional e internacional, nas áreas do ensino, pesquisa, extensão e da inovação tecnológica”.