Olhe para a sua concorrência. Estude-a. Entenda. Mas saiba que não vale a pena prestar atenção demais nela. Pode acabar virando uma obsessão inócua.
O que eles estão fazendo agora? O que vão fazer a seguir? Como nós teremos de reagir? Analise, sim, esses pontos. É bom. Só não a ponto de causar desgaste, ansiedade e tensão. No fundo, é um exercício sem muito sentido, porque a paisagem competitiva muda o tempo todo hoje em dia. O seu concorrente de amanhã poderá ser totalmente diferente do concorrente de hoje. De que vale ‘esquentar a cuca’ com algo que foge ao seu controle?
Em vez disso, concentre-se na sua empresa. O que está acontecendo aqui é muito mais importante do que acontece lá. Ouça os seus clientes e suas queixas. Depois, conserte o que estiver indo mal. Este é o seu dever “número um”, saiba!
Gastar o cérebro com os outros é desperdício do tempo mais valioso que você devia investir em se aprimorar.
Use a sua visão para ver. A chance de criar algo novo diminui vertiginosamente quando você só alimenta o pensamento com ideias de terceiros.
Seja visionário, não reacionário. Afinal, o que você quer? Oferecer o mesmo que os concorrentes com outra cor?
Não deixe a concorrência ditar os parâmetros. Procure definir e redefinir constantemente as suas regras. Seja fiel a elas sem jamais pretender apenas fazer algo um pouco melhor.
Se o que você quer é ser igual aos demais, então está no barco errado. Existir só para copiar concorrentes é estupidez, burrice.
O lucro dos outros é dos outros. O seu lucro é seu. Vá atrás dele fazendo o melhor, e você o encontrará como resultado ou fruto do seu esforço.