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Adiamento do piso

Da Redação

| Edição de 13 de janeiro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) enviou ontem ofício à presidente da República, Dilma Rousseff (PT), pedindo o adiamento do reajuste do piso nacional do magistério para o mês de agosto. Uma estimativa de receita do Fundeb, realizada pela área técnica da CNM, revelou que o reajuste do piso dos professores para 2016 deverá ser de 7,41%. O percentual é menor do que os 11,36% de reajuste calculado com base na receita projetada pelo governo federal. A CNM alerta, no entanto, que a situação econômica atípica deste ano, que compreende a retração da atividade econômica e seus reflexos na redução da arrecadação dos impostos que compõem a receita do Fundeb, precisa ser levada em consideração na fixação do piso. A CNM reitera que o reajuste precisa ser compatível com as finanças dos Estados e Municípios, a fim de não intensificar os conflitos entre governos e sindicatos. O pedido ainda vai gerar muita polêmica.

REUNIÃO DO PT

O Partido dos Trabalhadores (PT), de Apucarana, fará sua primeira reunião deste ano no próximo dia 30, a partir das 14 horas, na sala de encontros do Sindicato dos Bancários. Primeiro haverá uma reunião específica dos integrantes da Executiva do partido e, na sequência, com os membros do diretório municipal.

ELEIÇÕES NA PAUTA

Segundo a vereadora Aurita Bertoli (PT), líder do partido na Câmara de Apucarana, são vários os assuntos a serem tratados na reunião do dia 30. No entanto, o que deve prevalecer é a questão das eleições deste ano, quando serão eleitos prefeito, vice e vereadores. O Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) quer definir estratégias de campanha desde já.

CONFIANTE

O vereador Gilberto Cordeiro de Lima (PTN) acredita que neste ano Apucarana deverá obter muitas conquistas nas esferas estadual e federal, como tem acontecido nos últimos três anos. Ele, inclusive, se diz confiante que já neste primeiro semestre devem começar as obras do Centro de Socioeducação (Cense), por intermédio da Secretaria de Estado da Justiça.

RETORNO URGENTE

Alguns prefeitos da região que estavam viajando no recesso deste início de ano acabaram retornando às pressas aos seus municípios em função dos estragos causados pelas chuvas dos últimos dias. Outros cancelaram viagens oficiais que estavam marcadas para Curitiba. Agora estão fazendo um levantamento da situação para pedir ajuda governamental. Prejuízos são grandes.

CALAMIDADE

Depois de feito o levantamento dos estragos das chuvas na cidade e na zona rural, alguns prefeitos devem decretar estado de emergência ou de calamidade dependendo da situação. “Na verdade, nós aqui já estamos em estado de calamidade”, afirmou ontem o prefeito de Cambira, Maurílio dos Santos (PRB). Em Cambira, pontes rodaram e há famílias rurais sem acesso à área urbana.

TEMER EM CURITIBA

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), inicia, na próxima semana, uma viagem pelo País que inclui visitas a onze estados. O roteiro começa pelo Paraná. Em Curitiba, Temer deve se reunir com lideranças estaduais e representantes da sociedade civil. A missão de Temer seria pacífica, com foco tanto na reunificação da sigla, que atravessa um período de crise com conflitos internos, quanto na recuperação da confiança da população.

CANDIDATURAS

O deputado estadual Requião Filho (PMDB) explica que a ideia é consolidar o partido como uma nova opção para o futuro e que as viagens de Michel Temer estão descoladas do governo Dilma. “Temer é também nosso presidente do partido. Estamos discutindo candidaturas próprias às principais capitais do Brasil e buscando sugestões para planos de governo tanto para 2016 quanto para 2018?, afirma.

GASTO COM CÂMERAS I

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) vai gastar mais de R$ 5 milhões ao ano até 2017, ou R$ 417,9 mil ao mês com a contratação da empresa Embrasil para a operação de um sistema de circuito fechado de TV e câmeras de vigilância. O pregão aconteceu dia 16 de dezembro e o resultado foi publicado em Diário Oficial no dia 18. O contrato é de dois anos, podendo ser renovado por mais três.

GASTO COM CÂMERAS II

Segundo o site Livre.jor, o teto da licitação das câmeras e circuito de TV para a Assembleia Legislativa era de R$ 429 mil ao mês. Ao todo, o sistema vai integrar 36 câmeras. Além da vigilância patrimonial, as câmeras farão reconhecimento de placas de veículos, detecção de face, aviso para objetos abandonados ou retirados do lugar marcado, alerta para obstrução ou alteração da câmera e “cercas virtuais”.