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Biometria no Paraná

Da Redação

| Edição de 08 de maio de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), 65 municípios do Estado terão eleições neste ano pelo sistema de biometria. Neste contexto estão Apucarana, Cambira e Novo Itacolomi. Esses 65 municípios somam quase 4,1 milhões de eleitores, ou seja, pouco mais da metade do total dos paranaenses votarão a partir da identificação biométrica em outubro. O Estado tem 7,8 milhões de eleitores. Na eleição nacional, em 2018, o TRE-PR pretende realizar a primeira votação com sistema 100% biométrico nas urnas eletrônicas. O Estado tem o sexto maior colégio eleitoral do país.

Diminuição Em função da biometria implantada na Comarca, Apucarana terá neste ano bem menos eleitores do que o número registrado nas eleições de 2014, quando tinha cadastrados 94.167. No entanto, mais de 18 mil tiveram os títulos cancelados e muitos deixaram de regularizar a situação.

Correria No início desta semana, quando o Cartório Eleitoral de Apucarana funcionou em horário especial para atender aos eleitores retardatários, a correria de última hora foi grande. Só no último dia, quarta-feira, 1,2 mil pessoas procuraram o Cartório, porém só 900 saíram com o título em mãos.

Alcides fora I O vereador Alcides Ramos Júnior (DEM), de Apucarana, confirmou ontem que não será mesmo candidato à reeleição. Ele diz que está fora do pleito de 2 de outubro próximo por várias razões, citando como a principal delas “a grave doença que acomete seu filho Gustavo, de 4 anos, que exige cuidados especiais e tratamento dispendioso que tem de ser feito fora da cidade”.

Alcides fora II O vereador Alcides, que exerceu o cargo por três mandatos, garante que, além de cuidar da doença do filho, vai tentar concluir o curso de Direito para advogar profissionalmente. Alcides afirma ainda que a política proporcionou a ele ajudar muita gente, “mas ao mesmo tempo deixou marcas profundas para mim e minha família para o resto da vida”, diz.

Alcides fora III Neto e filho de políticos - o avô José Ramos de Oliveira e o pai Alcides Ramos de Oliveira foram vereadores e ambos, a exemplo do próprio Alcides, exerceram a presidência da Câmara de Apucarana - o ainda vereador Alcides Ramos diz que sai da política para “ser um pai mais presente nesse momento difícil que ele e a esposa enfrentam”.

Assinaturas O grupo “Cristãos pelo Brasil” deve concluir até final desta semana os trabalhos de coleta de assinaturas ao projeto de lei de iniciativa popular que pede a redução dos subsídios dos vereadores de Apucarana para em torno de R$ 2,1 mil, conforme o piso salarial mínimo dos professores.

Legalidade A Câmara de Apucarana já aprovou projeto de resolução mantendo os subsídios dos vereadores em R$ 7,1 mil. O presidente do Legislativo, José Airton Deco de Araújo (PR), avisa que, assim que chegar à Casa, o projeto de iniciativa popular será recebido e seguirá os trâmites legais.

Demora Segundo o vereador Deco, a assessoria jurídica da Câmara de Apucarana deverá conferir todas as assinaturas de eleitores que estão contidas no projeto de lei de iniciativa popular. Depois disso dará seu parecer pela legalidade ou não. Até passar pelas comissões e chegar ao plenário para votação, este trâmite legal é bastante demorado.

Hospitais I Projeto de lei do governador Beto Richa (PSDB), que normatiza a concessão de subvenções sociais pelo Estado aos hospitais públicos ou privados filantrópicos sem fins lucrativos, reconhecidos como de utilidade pública, que estejam sob intervenção administrativa ou judicial, retorna ao Plenário na sessão de amanhã, na Assembleia Legislativa.

Hospitais II O objetivo do projeto é garantir que, com a ajuda financeira do Estado, esses hospitais possam continuar funcionando e, assim, prestar o atendimento à população paranaense. A matéria já está em redação final, última etapa de votações em Plenário. Concluída essa fase de debates, se aprovada, a proposta será enviada para sanção (ou veto) governamental.

Vapt Vupt

Depois de muita polêmica no ano passado, o Hospital do Coração de Apucarana continua na estaca zero.

Semana será decisiva para a presidente da República Dilma Rousseff (PT): ou sai ou fica no cargo.

Mesmo fora da Câmara, o deputado Eduardo Cunha está negociando cargos no futuro governo de Temer. Falando em Cunha, a sua prisão chegou a ser discutida por ministros do Supremo nesta semana.