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Dinheiro em caixa

Da Redação

| Edição de 20 de março de 2026 | Atualizado em 20 de março de 2026

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Dinheiro em caixa

Por falar no prefeito Rodolfo Mota, parece que ele fez o dever de casa e terminou o ano de 2025 com um caixa de mais de R$ 36 milhões, dinheiro de recurso livre, o que lhe dá muita capacidade de investimento. É sinal de que o secretário de Fazenda do município, professor Rogério Ribeiro, está fazendo um ótimo trabalho com as finanças do Executivo.

Bunker de Ratinho

As tratativas políticas do governador Ratinho Junior (PSD) sobre sua sucessão não estão sendo feitas no gabinete do Palácio Iguaçu. A maioria das conversas são realizadas na sede da emissora de rádio da família Massa, em Santa Felicidade. Por lá já passaram muitos políticos, alguns buscando sua benção para sucedê-lo e outros apenas para comunicar que mudaram de barco e passaram a apoiar o senador Sérgio Moro, caso do ex-procurador da República, Deltan Dallagnol, e o vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins.

Compromisso de Gil

Após desistir de disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, como era desejo de seus aliados, o prefeito de Ivaiporã, Carlos Gil (PSD), vai arregaçar as mangas para dar uma grande votação aos seus parceiros na política: o deputado federal Sérgio de Souza (MDB) e o deputado estadual Ademar Traiano (PSD), que muito têm ajudado o município.

Ninguém sai

O prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil), não deve fazer nenhuma mudança em seu secretariado por conta do prazo de desincompatibilização neste dia 4 de abril para quem pretende disputar as próximas eleições. O único secretário que almejava se candidatar a deputado estadual, o ex-prefeito de Cambira, Emerson Toledo (MDB), parece ter desistido.

Demora prejudica

Correligionários do governador Ratinho Junior estão preocupados com a demora dele em decidir quem terá seu apoio para sucedê-lo no Palácio Iguaçu. Para políticos experientes, a demora pode atrapalhar a eleição porque a oposição está avançando muito e cooptando possíveis aliados de Ratinho, sem contar os próprios companheiros que já estão mudando de barco.

Fernanda candidata?

A ex-primeira-dama do Paraná, Fernanda Richa, sempre teve seu nome ventilado para entrar na política, mas nunca aceitou qualquer proposta de candidatura. Agora, tudo pode mudar. Ela se filiou ao PSDB do marido, o deputado federal Beto Richa, e há quem diga que pode sair a deputada estadual. Fernanda tem forte penetração nos bairros da periferia de Curitiba.