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Por que uma pesquisa difere da outra?

Da Redação

| Edição de 04 de setembro de 2026 | Atualizado em 04 de setembro de 2026

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Depois do Instituto Paraná Pesquisas divulgar seus números de disputa pelo governo do Paraná na quinta-feira, quem trouxe nesta sexta-feira novo levantamento sobre a eleição paranaense foi o Instituto IRG. São números totalmente diferentes entre os dois institutos de pesquisa. Enquanto o Paraná Pesquisas crava o senador Sérgio Moro (PL) com 45% das intenções de voto, o IRG lhe dá apenas 38%. A diferença ainda é maior em relação ao candidato do PSD, deputado federal Sandro Alex. No Paraná Pesquisas, Sandro apareceu com 17,5%, enquanto no IRG a intenção de voto dele salta para 27%, uma diferença entre um instituto e outro de 28 pontos percentuais. Quanto ao candidato do PDT, Requião Filho, os números também são díspares: o Paraná Pesquisas lhe dá 24% e o IRG, 21,8%. As duas pesquisas foram feitas no mesmo período. O Paraná Pesquisas ouviu 1.280 eleitores de forma presencial, enquanto o IRG entrevistou 1.200 eleitores por telefone. São metodologias diferentes, portanto, sem contar outro diferencial: enquanto o Paraná Pesquisas apontou só o nome do candidato ao governo como vai estar na urna eletrônica, o IRG pesquisou o nome do candidato a governador junto com seu vice. Talvez esteja em todos esses fatores, como metodologia, entrevistas presenciais e por telefone, candidato e seu vice e candidato sozinho, etc, o que provoca toda essa diferença. Qual instituto está certo? Difícil dizer pelo histórico de cada um. A realidade mesmo só na apuração depois das 17 horas do dia 4 de outubro.

Os vices de cada um

O candidato a vice-governador mais conhecido no Paraná é o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, que se aliou ao candidato a governador Sandro Alex. Já o vice de Sérgio Moro, o empresário Edson Vasconcelos, é um ilustre desconhecido do eleitorado paranaense, embora tenha sido presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, a Fiep. Por sua vez, o vice de Requião Filho, Michele Caputo, é ex-deputado estadual.

Comitê de Anibelli

Ao inaugurar nesta sexta-feira em Apucarana seu comitê político, o deputado estadual Anibelli Neto (MDB) destacou seu trabalho em prol da cidade e demonstrou satisfação pelos apoios que tem em Apucarana, incluindo o ex-prefeito Junior da Femac, o vereador Sidnei de Oliveira (Levelimp), os ex-prefeitos Voldimir Maistrovicz e Luiz Biacchi. A inauguração, comandada por Junior da Femac, reuniu uma centena de pessoas. Muita gente.

Eleição na Câmara de Apucarana

Passada a eleição do dia 4 de outubro, as atenções do mundo político em Apucarana vão estar voltadas para a eleição da nova mesa executiva da Câmara Municipal, que ainda não tem data marcada. O prazo máximo para que ocorra é antes do recesso de dezembro, mas é muito provável que seja antecipada. Há muitos vereadores que pretendem a presidência, alguns deles confiando que serão indicados pelo prefeito Rodolfo Mota.

Vai faltar espaço

A continuar no ritmo em que está, vai faltar espaço nas praças e ruas de Apucarana para a colocação dos chamados wind banners. Hoje parece ter mais wind banner do que eleitor na cidade. Tem propaganda de todo tipo de candidato a deputado federal e deputado estadual, a grande maioria de outras cidades e outras regiões do Estado. Hoje os políticos transformaram o wind banner na principal peça de propaganda.

Caminhada do PT

O PT promove neste sábado à tarde em Apucarana uma caminhada com lideranças e eleitores com participação da candidata ao Senado do partido, deputada Gleisi Hoffmann e os candidatos locais, o vereador Odarlone Orente, que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa, e o deputado Arilson Chiorato, que almeja a Câmara Federal. A caminhada vai partir da Avenida Aviação.