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Disparo de mensagens

Editoria de Política

| Edição de 12 de outubro de 2019 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, requereu a operadoras de telecomunicações os números de linhas de quatro empresas e seus respectivos sócios. Estas firmas estão sendo investigadas pela denúncia de participação em ações de disparo em massa de mensagens na plataforma Whatsapp nas eleições de 2018, supostamente beneficiando a candidatura do atual presidente Jair Bolsonaro (PSL). Entre as operadoras intimadas estão Vivo, Claro, Tim, Oi, Nextel, Algar, Porto Seguro, Datora e Terapar. As companhias de telecomunicações terão três dias para encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as informações previstas na determinação do ministro. Em setembro, Mussi havia negado diligências às empresas acusadas de execução do impulsionamento ilegal para apurar a denúncia. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro negou a prática.

Convocação Na sessão extraordinária de anteontem da Câmara de Apucarana, o vereador Lucas Leugi (Rede) apresentou verbalmente requerimento convocando o comandante da Guarda Municipal, Alessandro Carletti, para prestar esclarecimentos sobre declarações que ele teria feito nas redes sociais contra o vereador. A convocação também seria para Carletti explicar alguns problemas que estariam ocorrendo na corporação. Ele tem prazo de 15 dias para comparecer à Câmara.

Sessão A Câmara de Apucarana mais uma vez terá pauta cheia na sessão ordinária desta segunda-feira. No total são 53 matérias em discussão. Destaque para os projetos do vereador Professor Edson (Cidadania), que cria a Ficha Limpa no âmbito da administração municipal, do vereador Gentil Pereira (PV) denominado “Busão sem Abuso” e da vereadora Márcia Sousa (PSD), que cria a Procuradoria da Mulher na Câmara de Apucarana.

Em Arapongas O deputado estadual Tiago Amaral (PSB) esteve ontem em Arapongas, na companhia do prefeito Sérgio Onofre da Silva (PSC), para prestigiar a reativação do Módulo Policial Subtenente Heleno Pinto Cavalcante, localizado na zona sul da cidade. “Eu não convivi com o subtenente Heleno, mas tenho a honra de conhecer e ser amigo dos seus filhos, que estão entre os melhores policiais do Paraná”, afirmou o deputado, que representa Arapongas na Assembleia Legislativa.

Chicoteada O presidente da Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi), prefeito Ylson Cantagallo (MDB), o Gallo, de Faxinal, está recomendando aos prefeitos que ainda não tomaram a medida para que cobrem a taxa de coleta de lixo através do talão de água da Sanepar o que, segundo ele, é mais eficiente em termos de arrecadação. “Eu levei muita chicoteada no começo, mas hoje estou sossegado”, diz Gallo, para quem o contribuinte já entendeu a medida. 
Ratinho Jr. em Marumbi Apesar do feriado nacional do Dia da Padroeira do Brasil, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD) cumpre agenda neste sábado no Vale do Ivaí. Às 18 horas, ele entrega o projeto Meu Campinho e, às 19h30 acompanha a primeira exibição do Cinema na Praça, projeto lançado no Paraná na última quarta-feira. No total, 30 municípios serão beneficiados pelo programa nesta primeira etapa.

Condenados A empreiteira Mendes Júnior e dois executivos da empresa foram condenados ao pagamento de indenização de mais de R$ 380 milhões em um processo da Operação Lava Jato. A decisão é do juiz Marcus Holz, da 3ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba. A ação de improbidade administrativa foi proposta pela força-tarefa da Lava Jato. Conforme a decisão, a empresa e os executivos pagaram propina ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, o primeiro delator da operação.

Collor de Mello I A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira 16 mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao senador Fernando Collor de Mello (PROS-AL). A Operação Arremate investiga a suspeita de envolvimento de Collor em crime de lavagem de dinheiro na compra de imóveis em leilões públicos cujos valores somam, segundo a PF, R$ 6 milhões. Os mandados são cumpridos em Maceió e Curitiba e foram autorizados pelo ministro Edson Fachin, do STF. 

Collor de Mello II Os investigadores da Polícia Federal suspeitam que o ex-presidente Fernando Collor tenha arrematado imóveis em leilões públicos em 2010, 2011, 2012 e 2016 com recursos de origem ilícita para ocultar bens e convertê-los em ativos lícitos. As compras, conforme a PF, eram feitas por meio de um “testa-de-terra”. Além de lavagem, os envolvidos são acusados de corrupção, desvio de dinheiro público, falsificações e organização criminosa.

Vapt Vupt

A votação da proposta de reforma da Previdência continua tramitando em banho-maria no Senado.         
Senadores alegam as mais diferentes desculpas para adiamento da reforma da Previdência.       
Alguns senadores também já admitem que dificilmente a reforma tributária será aprovada ainda neste ano.                               
Segundo parlamentares, é muito difícil os estados entrarem em consenso sobre tributos num tempo curto.