Com o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB/RJ) do mandato de deputado federal determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Waldir Maranhão (PP/MA) assumiu interinamente a presidência da Câmara. Entre os líderes da Casa, porém, a avaliação é de que Maranhão – que é o primeiro vice-presidente do Câmara – não terá condições de se sustentar no cargo. Maranhão também é investigado na operação Lava Jato, citado pelo doleiro e delator do esquema Alberto Youssef como tendo recebido pagamentos mensais que variavam de R$ 30 mil a R$ 50 mil. Além disso, ele também responde a dois outros processos no Supremo Tribunal Federal, por lavagem de dinheiro ou ocultação de bens. O próximo na linha sucessória de Cunha é o deputado paranaense Fernando Giacobo (PR). Ele é o segundo vice-presidente da Câmara.
DUCCI COMEMORA
O afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por determinação do STF, foi considerada correta pelo deputado federal paranaense Luciano Ducci (PSB). “Nós do PSB não votamos no Eduardo Cunha, fomos contra a permanência dele desde o momento que ele foi acusado e estava usando o cargo para fazer manobras e dificultar as investigações contra ele”, disse.
PASSO IMPORTANTE
O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, considera que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do mandato de deputado federal é mais um passo importante para que a sociedade brasileira recupere a confiança nas instituições públicas.
SOPRO DE ESPERANÇA
“Todos os fatos revelados pela Lava Jato deixam claro que nossas instituições, tanto no Executivo quanto no Legislativo, estão altamente contaminadas por pessoas que colocam interesses pessoais ou políticos acima dos interesses do país”, afirma Edson Campagnolo. “A decisão do STF é mais um sopro de esperança para quem, como a Fiep, considera que o momento atual é propício para que o Brasil seja passado a limpo e encontre o caminho do desenvolvimento”, diz.
SUFOCO NO CARTÓRIO
Colaboradores que atuam no Cartório Eleitoral de Apucarana passaram um sufoco anteontem, último dia para as pessoas fazerem o cadastramento eleitoral antes do pleito municipal do dia 2 de outubro. Os quinze guichês disponibilizados para atender ao público ficaram lotados durante todo o dia.
CADASTRAMENTO
Segundo Andréa Silva Milanin, analista judiciária da 28ª Zona Eleitoral, cerca de 1,2 mil pessoas passaram pelo Cartório de Apucarana na quarta-feira, fazendo com que o atendimento se estendesse até por volta das 22 horas. No entanto, conseguiram sair com seu título de eleitor em torno de 900 pessoas, já que muitos não levaram documentação exigida.
AMUVI EM JARDIM ALEGRE
Prefeitos que integram a Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi) vão se reunir hoje, a partir das 9h30, no Centro Pastoral de Jardim Alegre, que fica ao lado da Igreja Matriz Nossa Senhora do Roccio. A presidente da associação, prefeita Maria Regina Della Rosa Magri (DEM), espera casa cheia para este encontro.
PRF EM ORTIGUEIRA I
Após novo assalto a banco em Ortigueira, na semana passada, em ação espetacular de quadrilha especializada, o deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB) propôs ao Ministério da Justiça a instalação de um Posto Policial da Polícia Rodoviária Federal naquela região em requerimento ao ministro Eugênio Aragão.
PRF EM ORTIGUEIRA II
“A cidade é hoje sede de importante investimento industrial na área de celulose e papel e conta com pequeno destacamento policial efetivo de responsabilidade do governo estadual. Acredito que com a presença da PRF na única saída da cidade pela BR 376, poderemos ampliar a força policial na defesa das famílias de Ortigueira”, diz Luiz Carlos Hauly.
PRF EM ORTIGUEIRA III
A sugestão de Hauly é baseada na distância entre os postos policiais existentes em Mauá da Serra e Imbaú, que deixa desguarnecida a região central do Paraná. Ele indica que os recursos para a construção da unidade da PRF poderão vir do Ministério da Justiça ou também da concessionária Rodonorte. A PRF atua na repressão a crimes como tráfico de drogas, além do controle de tráfego de mercadorias e pessoas.