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Mota deixa jurídico

Da Redação

| Edição de 19 de abril de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O advogado e professor Rodolfo Mota (PSD) se desligou da assessoria jurídica da Prefeitura de Apucarana na última sexta-feira. Como pré-candidato à Câmara Municipal, Mota poderia deixar o cargo a três meses da eleição, mas preferiu sair agora para assumir a coordenação do Núcleo de Prática Jurídica, do curso de Direito da Faculdade Apucarana (FAP). O prefeito Beto Preto (PSD) agradeceu Rodolfo Mota pelo trabalho desempenhado neste período, contribuindo para um encaminhamento satisfatório de diversas causas em favor do município. Na eleição municipal de 2012, Rodolfo Mota foi candidato a vereador pelo mesmo PSD, que à época estava coligado ao PT e ao PR. Da chapa foram eleitos os vereadores José Airton Deco de Araújo (PR), Aurita Bertoli (PT) e Luiz Cordeiro Magalhães (PT).

FÔLEGO RENOVADO

Rodolfo Mota, apesar dos 1.602 votos obtidos em Apucarana no pleito municipal de 2012, não conseguiu sua eleição para vereador, ficando na primeira suplência da coligação. Agora, com fôlego renovado, o jovem advogado diz que espera obter êxito na eleição de outubro, concorrendo em chapa ligada ao prefeito Beto Preto.

ILUMINAÇÃO AVANÇA

O Instituto de Desenvolvimento, Pesquisa e Planejamento de Apucarana (Idepplan) conclui nesta semana a instalação do novo sistema de iluminação pública dos núcleos habitacionais Dom Romeu Alberti, Djalma Mendes e Sanches dos Santos. Há muito tempo os moradores vinham pedindo melhorias neste setor.

MAIS EFICIENTE

De acordo com a Prefeitura de Apucarana, estão sendo instaladas nesses três bairros novas luminárias e lâmpadas de 150 e 200 watts de vapor metálico, garantindo uma luminosidade muito mais eficiente da que havia anteriormente. “Vamos atender todos os bairros que têm iluminação precária”, anuncia o prefeito Beto Preto.

SESSÃO ATRASADA

A sessão extraordinária da Câmara de Apucarana, que estava marcada para as 14 horas, ontem, começou com um atraso de quase duas horas, ou seja, às 15h50. Antes da sessão, uma longa reunião foi realizada entre os vereadores no gabinete do presidente Deco, com a participação das assessorias jurídica e técnica, para discutir o projeto dos subsídios para a próxima Legislatura.

SEM PROPOSTA I

Dos quatro vereadores que votaram ontem contra o projeto que estabelece os novos subsídios dos vereadores de Apucarana para o próximo mandato, apenas José Antoniassi (PSDB) fez comentários sobre a proposta, porém sem questioná-la. Luciano Molina (Rede), Vladimir da Silva (PDT) e Telma Reis (PMDB) votaram contra sem dizer nada.

SEM PROPOSTA II

Os vereadores Luciano Molina, Vladimir da Silva e Telma Reis também não apresentaram qualquer proposta indicando qual deve ser o subsídio dos vereadores para o próximo mandato. Pelo projeto aprovado ontem, os vereadores devem receber R$ 8,9 mil e o presidente da Casa, R$ 13,3 mil.

INICIATIVA POPULAR

O grupo “Cristãos pelo Brasil” já concluiu a fase de coleta de assinaturas num projeto de iniciativa popular, que reduz os subsídios dos vereadores de Apucarana para R$ 2,1 mil, o mesmo que recebem os professores da rede municipal de ensino. Até ontem havia 4,3 mil assinaturas, mas ainda faltavam muitas listas para serem recolhidas.

VONTADE DO POVO

Segundo André Romagnolli, do grupo “Cristãos pelo Brasil”, a coleta e verificação de assinaturas ao projeto de iniciativa popular que reduz os subsídios dos vereadores devem ser concluídas até final desta semana. Na seguinte o projeto será protocolado na Câmara de Vereadores. “Esperamos que esta proposta já em votação na Câmara não atropele nosso projeto, que é da vontade popular”, diz Romagnolli.

QUEIXA-CRIME

Um dia após sofrer ataques de deputados no plenário da Câmara durante a votação do impeachment de Dilma, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou a intenção de apresentar queixas-crime contra esses parlamentares. “Encarei como uma provocação para ver se eu correspondia e cancelava a votação. Aqueles que passaram do limite e foram para a ofensa pessoal, eu vou estudar a possibilidade de entrar com queixa-crime”, disse Cunha.