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Prestando contas

Da Redação

| Edição de 30 de janeiro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O Legislativo e o Executivo de Apucarana realizaram ontem à tarde audiência pública conjunta para prestação de contas do último quadrimestre (setembro a dezembro de 2015). Os relatórios foram apresentados pelo presidente da Câmara, José Airton Deco de Araújo (PR), e pelo secretário municipal da Fazenda, Marcello Machado. Conforme já foi anunciado, a Câmara fechou o exercício de 2015 registrando uma sobra de R$ 1.448.053,82, valor que foi devolvido ao Poder Executivo. Deco observou que o Legislativo já vem fazendo prestação de contas mensalmente. Já Marcello Machado apresentou um relatório das receitas e despesas do quadrimestre, discriminando os investimentos setor por setor. Na educação, por exemplo, o município investiu 25,33% do orçamento, enquanto o índice obrigatório é de 25%. Na saúde foram investidos 18,91%, enquanto o percentual mínimo obrigatório é de 15%.

VALOR DO ORÇAMENTO

O prefeito Beto Preto (PT) informou ontem, durante inauguração da Escola Fernando José Acosta, no Residencial Sumatra II, que nos últimos três anos o governo federal já investiu R$ 300 milhões em Apucarana. O volume de recursos, conforme assinalou, corresponde aproximadamente ao valor do orçamento anual do município para 2016.

APOIO DA PETISTA

Segundo o prefeito Beto Preto, Apucarana tem obtido grande volume de investimentos do governo federal com apoio da senadora Gleisi Hoffmann (PT). “Em três anos de mandato, se não tivéssemos uma mão forte em Brasília, teríamos mil vezes mais problemas e dificuldades para administrar nosso município”, avalia o prefeito apucaranense.

DECO CHORA

O presidente da Câmara de Apucarana, vereador José Airton Deco de Araújo (PR), chorou ontem ao discursar na solenidade de inauguração da Escola Municipal Fernando José Acosta, no Residencial Sumatra II. É de sua autoria a lei que faz denominação à obra homenageando um ex-policial militar. Deco não se conteve ao falar da vida do homenageado, que, segundo ele, foi um policial exemplar.

ASFALTO EM BAIRRO

O prefeito Beto Preto comentou ontem sobre a pavimentação asfáltica executada no bairro Sanches dos Santos, em Apucarana. Segundo ele, outras administrações lembravam daqueles moradores somente em época de eleições. “Iam lá, deixavam um monte de tubos (manilhas) anunciando que o asfalto ia sair. Passadas as eleições, levavam tudo embora e os moradores ficavam só na promessa”, disse.

DE NOVO ADIADO

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) adiou mais uma vez o julgamento do recurso eleitoral do prefeito de Jandaia do Sul, Dejair Valério (PSDB), o Carneiro da Metafa, que estava marcado para quinta-feira. É que o presidente do órgão, desembargador Jucimar Novochadlo, estava em viagem e a Corte não poderia fazer o julgamento sem sua presença. Sessão foi marcada para segunda-feira.

MAIS DIAS NO CARGO

O prefeito de Jandaia do Sul, Carneiro da Metafa, foi cassado pela Justiça Eleitoral por suposto abuso de poder político e econômico no ano eleitoral de 2012, quando exercia o cargo de vice-prefeito na gestão do prefeito José Rodrigues Borba (PP), que também foi condenado a 8 anos de inelegibilidade. “Pelo menos eu continuo prefeito por mais alguns dias”, brinca Carneiro da Metafa sobre o adiamento do processo.

ISENÇÃO A PASTORES II

O deputado federal paranaense Pastor Hidekazu Takayama (PSC) quer isentar pastores e líderes religiosos dos crimes de injúria e difamação. Takayama é autor de projeto de lei que prevê que ficaria livre do enquadramento desses crimes “a manifestação de crença religiosa, em qualquer modalidade, por qualquer pessoa, acerca de qualquer assunto e a opinião de professor no exercício do magistério”.

ISENÇÃO A PASTORES II

A alegação de Takayama é de que isso garantiria a liberdade de expressão de líderes religiosos no exercício de suas funções, evitando assim que eles respondam na Justiça por acusações de ofensas e incitação à violência contra homossexuais e religiões afro-brasileiras. Takayama alega que esses líderes podem criticar comportamentos que são considerados inadequados por suas crenças religiosas.

FORA DO PHS

O secretário estadual do Planejamento, Silvio Barros, deixou o Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Segundo Barros, o motivo de sua saída foi a falta de garantia de participar de debates caso fosse candidato pelo PHS à prefeitura de Maringá. A nova legislação eleitoral exige, no mínimo, nove deputados federais eleitos para a participação em debates. O PHS elegeu apenas quatro. Ele não sabe ainda para qual sigla vai.