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Restos a Pagar

Editoria de Política

| Edição de 29 de junho de 2017 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O governo federal deve cerca de R$ 31,5 bilhões aos municípios de Restos a Pagar (RAPs). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que termina nesta sexta-feira, 30 de junho, o prazo para prefeituras reclassificarem os valores não processados. A entidade orienta que os prefeitos entrem em contato com deputados federais e senadores do seu Estado para que esse prazo seja ampliado. Neste ano, constam do Orçamento Geral da União (OGU) 5.421 municípios com Restos a Pagar não processados, o que representa 97,4% do total de municípios do Brasil. Na base de dados, há mais de 13 mil empenhos em RAPs, destes 12.821 são de 2015 e estão classificados como não processados. Restos a Pagar que não forem reclassificados serão cancelados. Com isso, os recursos federais voltados a obras nos municípios podem não ser mais repassados aos cofres municipais.

Canziani cotado  Durante reunião da Associação de Vereadores do Médio Paranapanema (Avempar), em Rolândia, no sábado, deputados disseram que Alex Canziani (PTB) está cotado a disputar vaga no Senado ou ser vice de Ratinho Jr (PSD) na disputa pelo governo. Nome foi bem recebido na Avempar, que agrega 300 vereadores de 23 cidades.

Espaço ocioso O vereador Luciano Molina (Rede) apresentou requerimento na Câmara de Apucarana sugerindo à Prefeitura providências quanto à ala superior do prédio do Cine Teatro Fênix, que encontra-se há muito tempo ociosa. Ele sugere que o espaço seja ocupado com atividades culturais ou diversas, ou então que seja alugado ou vendido.

Prejuízo Para Luciano Molina, do jeito que encontra-se a ala superior do Cine Teatro Fênix, o espaço só dá prejuízo ao Município, que poderia estar arrecadando algum recurso com seu aluguel. O prédio do Cine Teatro foi desapropriado no mandato de Valter Pegorer para execução de um projeto cultural, porém as obras não evoluíram.

Saúde pública I O vereador Prof. Edson (PPS) questionou na sessão da Câmara o serviço de saúde em Apucarana. Segundo ele, lhe chegam informações diárias da fila para exames e de mau atendimento. Ele reconhece que o problema não é do prefeito e nem do secretário de Saúde, é nacional, mas que é possível melhorar.

Saúde pública II Já o vereador Lucas Leugi (Rede) considera que o problema da saúde, não só em Apucarana como em todas as cidades, é decorrente da corrupção que se instalou no País. “O que falta para a saúde são os bilhões de recursos desviados em que estão envolvidos Dilma, Joesley, Cunha, Aécio, Andréa Neves e outros”, diz.
Borrazópolis O prefeito de Borrazópolis, Adilson Lucchetti (PSB), o Didi, promove nesta sexta-feira, às 9h30, a inauguração da Unidade Básica de Saúde (UBS) na Vila Verde. Ele observa que a nova unidade vai ampliar e melhorar o atendimento de saúde aos moradores daquela região.

No Podemos O ex-prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff (PSD), vai se filiar ao Podemos, novo partido que nasce oficialmente neste sábado, em Brasília. O Podemos terá o senador Alvaro Dias como liderança nacional. Kireef vai participar do Diretório Nacional, do Instituto de Estudos Políticos do partido e também da direção estadual. 

Candidatura “Estou me engajando a um projeto inovador na política nacional, comprometido com a ruptura de práticas políticas que todos nós não concordamos e não aceitamos mais”, diz o ex-prefeito de Londrina, Alexandre Kireef. Quanto a uma possível candidatura ao governo do Estado ou a outro cargo, diz que isso poderá ocorrer se houver uma convocação.

Liderança O senador Renan Calheiros (AL) anunciou ontem, em discurso no plenário, que decidiu deixar a liderança do PMDB no Senado. Ex-presidente do Congresso Nacional, Renan passou a ocupar a função no início deste ano e, desde então, tem adotado postura contrária ao governo do presidente Michel Temer, criticando, principalmente, as reformas da Previdência Social e trabalhista.

“Marionete” Durante o discurso no Senado, Renan Calheiros fez duras críticas ao governo do presidente Michel Temer e afirmou que não serve para ser “marionete”. Renan acrescentou que, se permanecesse na função, isso significaria que ele havia decidido ceder às exigências de um governo que trata o PMDB como um “departamento” do Poder Executivo.

Vapt Vupt

A Câmara dos Deputados encerrou a sessão plenária ontem à tarde sem votar nenhum projeto.        
A maior parte dos deputados não marcou presença no plenário da Câmara quando o painel foi aberto.        
O problema é que muitos deputados estão curtindo festas juninas em seus estados, principalmente no Nordeste.        
Outros parlamentares estavam mais preocupados com a denúncia contra Temer do que com os projetos.