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Rossoni e os servidores

Da Redação

| Edição de 16 de outubro de 2016 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O chefe da Casa Civil Valdir Rossoni afirmou neste final de semana, em Cascavel, que a equipe de governo fará o esforço necessário para manter as contas públicas equilibradas. O secretário reforçou o compromisso do pagamento de avanços de carreira para todas as categorias de servidores a partir do início do ano que vem. Rossoni disse que não há recursos para que o Estado pague o reajuste salarial e também promoções e progressões. “Melhor trabalhar com a verdade. É claro que a nossa vontade era conceder o reajuste aos servidores, mas não temos recursos para isso e estamos dando este alerta com antecedência”, disse Rossoni, destacando que os salários do funcionalismo continuarão sendo pagos em dia assim como 13º salário, diferente da maioria dos estados brasileiros. O chefe da Casa Civil fez um apelo aos servidores públicos estaduais para que evitem a greve.

Demissões A partir de novembro, a maioria das prefeituras e câmaras de vereadores começam a demitir servidores em cargos comissionados. Esta é uma prática comum e obrigatória no encerramento de mandato. A partir de janeiro começa uma nova gestão e cabe aos prefeitos eleitos ou reeleitos fazer novas nomeações.

Já iniciado Em algumas prefeituras, o processo de demissão de servidores comissionados já começou. Isso vem ocorrendo principalmente em municípios que enfrentam graves dificuldades financeiras. Antecipando demissões, prefeitos têm condições de reforçar o caixa para pagamento do 13º no final do ano.

Quarta vez O presidente da Câmara de Apucarana, José Airton Deco de Araújo (PR), assume em janeiro do ano que vem seu quarto mandato consecutivo como vereador, após obter 1.599 votos no pleito do dia 2 de outubro. “Vamos continuar honrando os votos recebidos e trabalhar ainda mais em favor da nossa população”, diz.

Devolução O vereador Deco considera que a atual Câmara de Vereadores vai ficar marcada na história de Apucarana como a Legislatura que mais fez economia e mais recursos devolveu ao Executivo Municipal referente a sobras de exercício. Segundo ele, até dezembro o montante devolvido deverá somar R$ 7,5 milhões.

Prestígio O comerciante Fernandes Fracasse (PP) tem demonstrado, em Califórnia, que tem um grande prestígio junto à comunidade. A partir de janeiro de 2017 ele vai assumir seu sétimo mandato como vereador. No dia 2 de outubro, Fracasse foi eleito com 211 votos na coligação de apoio ao prefeito eleito Paulinho Moisés (PP).

Substituto Com a morte do vereador eleito Roger Marcomini (DEM), ocorrida na sexta-feira, quem vai assumir sua vaga em janeiro de 2017 é o primeiro suplente da coligação, Giancarlos Salvador Buranelo (PMDB), que obteve 114 votos no pleito do dia 2 de outubro. Nas eleições, ele concorreu como “Gian Filho do Chico”

Irregularidades I O sexto batimento de informações do Tribunal de Contas da União (TCU) relativo às Eleições Municipais 2016, entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que cresceu consideravelmente o volume de possíveis irregularidades nas receitas e despesas de campanhas eleitorais dos candidatos.

Irregularidades II Segundo o TSE, o total suspeito de irregularidades chega a R$ 1,41 bilhão, ou seja, quase metade do montante arrecadado por candidatos e partidos, que é de R$ 2,227 bilhões. No início de setembro, segundo lista apresentada pelo TCU, a somatória de quantias suspeitas correspondia a cerca de R$ 116 milhões.

Irregularidades III Dentre os indícios de irregularidades mais relevantes de despesas, está o de uma agência de publicidade com apenas dois funcionários contratada para campanha por R$ 219 mil. Em outro caso, uma empresa de produções cujo sócio é beneficiário do Bolsa Família prestou serviço no valor de R$ 3.5 milhões.

Chapa única O deputado estadual Ademar Traiano (PSDB) é candidato único à reeleição para a presidência da Assembleia Legislativa, na eleição marcada para esta segunda-feira. Nenhuma outra chapa foi inscrita até quarta-feira, prazo final. A chapa “Parlamento Forte” é encabeçada por Traiano e pelo 1º secretário Plauto Miró (DEM).

Vapt Vupt

O vereador não reeleito José Eduardo Antoniassi (PSDB), de Apucarana, diz aceitar a derrota nas urnas.

No entanto, Antoniassi lamenta que no próximo mandato a Câmara não terá representante dos militares.

A vereadora Aurita Bertoli (PT), também não reeleita, diz que voltará a ter uma ação atuante nos movimentos sociais.

O vereador Gilberto Lima (PMN), que não se reelegeu, tem procurado não comentar sobre as eleições em Apucarana.