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​Sem impeachment

Da Redação

| Edição de 19 de novembro de 2015 | Atualizado em 25 de janeiro de 2022

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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do PMDB-RJ (foto), disse a deputados da bancada do PMDB que a possibilidade de deflagração de um processo de impeachment contra Dilma Rousseff perdeu força e ficará para 2016, no mínimo. A posição foi repassada aos peemedebistas em jantar na casa do presidente da Câmara na quarta-feira da semana passada (11), mesmo dia em que o oposicionista PSDB formalizou publicamente o rompimento com Cunha.

Imagem ilustrativa da imagem ​Sem impeachment

Segundo declarações de deputados que participaram do jantar, todos favoráveis ao impeachment de Dilma, Cunha disse que não irá se posicionar sobre os principais pedidos de afastamento da petista neste ano, diferentemente do que vinha afirmando até então -ele dizia que tomaria uma decisão ainda em novembro.

LOBISTA FERNANDO BAIANO DEIXA A PRISÃO

Depois de um ano detido, o lobista Fernando Soares, o Baiano, apontado como um dos operadores do esquema de corrupção na Petrobras, saiu ontem da prisão, após fechar um acordo de delação premiada.Agora, ele segue para o Rio de Janeiro, onde cumprirá prisão domiciliar por pelo menos um ano, segundo o advogado Sérgio Riera. Baiano estava detido no Complexo Médico Penal, em Pinhais (região metropolitana de Curitiba). Ele saiu da prisão por volta das 12h, e seguiu para a Justiça Federal no Paraná, onde instalou uma tornozeleira eletrônica.