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Consumidores podem renegociar dívidas bancárias até 31 de agosto

(via Agência Brasil)

| Edição de 28 de julho de 2026 | Atualizado em 28 de julho de 2026

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O programa Desenrola Brasil 2.0, voltado para a renegociação de dívidas dos consumidores, terá sua vigência estendida até 31 de agosto, conforme anunciou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta terça-feira (28).

De acordo com o ministro, a decisão foi tomada em conjunto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proporcionando mais um mês para que os consumidores possam renegociar suas dívidas bancárias e regularizar a situação de crédito.

Durigan destacou que a extensão do programa será oficializada por meio de um ato do Ministério da Fazenda, previsto para ser publicado até sexta-feira (31). As regras do Desenrola permanecerão inalteradas e, segundo o ministro, a medida não exigirá novos aportes públicos.

"Vamos prorrogar o programa Desenrola até o fim da vigência da medida provisória, que ocorre no dia 31 de agosto."

Mais tempo

Durigan explicou que o prazo adicional permitirá que pessoas que ainda estão em negociação com instituições financeiras consigam concluir o processo de regularização.

O ministro enfatizou que a prorrogação também beneficiará aqueles que pretendem contratar financiamentos. Segundo ele, a regularização das pendências bancárias facilita o acesso ao crédito.

Entre os beneficiados, Durigan mencionou motoristas de aplicativo, taxistas, entregadores e caminhoneiros que desejam trocar de veículo através do Programa Move Brasil.

"Esse prazo adicional será importante, inclusive, para que as pessoas que atualmente estão tentando acessar os programas de moto e carro possam resolver eventuais pendências nos bancos, utilizando o Desenrola, para depois se enquadrarem nas condições para as operações de carro e moto", explicou.

Sem custo

O ministro afirmou que a prorrogação não terá impacto nas contas públicas, uma vez que os recursos destinados ao programa já são suficientes para atender à demanda prevista.

"Isso não demandará novos aportes ao FGO [Fundo de Garantia de Operações], então não há custo adicional do ponto de vista fiscal", declarou.

Segundo Durigan, as condições de funcionamento do programa também permanecerão as mesmas.

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Com informações da Agência Brasil